Interrompa o desamparo aprendido

Teste a crença de que "nada funciona" executando um pequeno experimento que poderia prová-la errada.

Why it works

O desamparo aprendido se forma quando resultados incontroláveis repetidos ensinam o cérebro a parar de tentar, mesmo depois que o controle se torna disponível. A expectativa sobrevive à situação original. Executar deliberadamente um pequeno experimento onde uma ação *pode* ter sucesso fornece a evidência desconfirmadora necessária para atualizar a crença generalizada de que "nada que eu faço importa".

How to do it

  1. Note o pensamento "não adianta, nada funciona".
  2. Trate-o como uma hipótese e projete uma pequena ação que possa refutá-lo.
  3. Execute a ação e anote o que realmente aconteceu versus o que o desamparo previu.

Evidência

O desamparo aprendido é um fenômeno bem estabelecido a partir do trabalho experimental de Seligman e Maier; a teoria reformulada e trabalhos posteriores enfatizam que a expectativa generalizada de nenhum controle, não os eventos em si, é o que impulsiona a passividade — e que ela pode ser desaprendida. A reformulação humana de 1978 por Abramson, Seligman e Teasdale especifica que são as atribuições que as pessoas fazem sobre eventos incontroláveis (globais, estáveis) que generalizam o desamparo, que é exatamente o que um experimento desconfirmador direcionado é projetado para reverter. (rct)

O desamparo severo ou clínico (por exemplo, na depressão) muitas vezes precisa de apoio profissional; autoexperimentos complementam em vez de substituir isso.

Fontes

Erro comum

Escolher um experimento propenso a falhar, o que confirma o desamparo em vez de desafiá-lo. O primeiro teste deve ser inclinado a um resultado vencível.

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