Autocompaixão quando a onda vence

Quando você age sobre o impulso antes que a onda passe, trate o deslize com compaixão — não como evidência de fracasso permanente.

Why it works

Vergonha e autocrítica após um deslize estão entre os preditores mais confiáveis de escalada: o efeito "que se dane" (o deslize dá permissão para continuar) é parcialmente impulsionado pela resposta de vergonha. Autocompaixão após um deslize — reconhecer a dificuldade sem adicionar o veredito de falta de valor — quebra o ciclo de escalada e facilita retornar à prática sem demora. O objetivo é velocidade de recuperação, não perfeição.

How to do it

  1. Depois de agir sobre um impulso, resista ao autoveredito ("não tenho força de vontade, sou patético").
  2. Reconheça o deslize claramente e com algum calor: "Isso foi difícil, e eu não consegui desta vez."
  3. Pergunte o que você pode aprender sem usar a lição como punição.
  4. Retorne à prática na próxima oportunidade — trate um deslize como dado, não como a história toda.

Evidência

Autocompaixão após fracasso ou deslize está associada a recuperação mais rápida e menos escalada em pesquisas sobre vício, alimentação e mudança de comportamento. O trabalho de Kristin Neff e a pesquisa de recaída de vício ambos sustentam a resposta compassiva a deslizes em vez da resposta baseada em vergonha. (observational)

Algumas pessoas temem que a autocompaixão reduza a motivação ou dê permissão para deslizar novamente. A pesquisa sugere o oposto — autocompaixão está associada a mais motivação para tentar de novo, não menos.

Fontes

  • Kelly & Carter (2015), self-compassion and relapse prevention, Addiction Research and Theory

Erro comum

Usar autocompaixão como racionalização em vez de postura de recuperação — "fui gentil comigo mesmo da última vez, então tudo bem fazer de novo." Autocompaixão após um deslize não é endosso do deslize.

Pratique isso com IX Coach

Comece com o IX Coach

More practices for Surfar a Onda (Gestão de Impulsos), na Prática

Conceitos relacionados