Deixe ir a comparação
Pare de medir seu valor contra os outros — a comparação encaixa você ao mesmo tempo em se encaixar e se destacar.
Why it works
A comparação é uma armadilha porque exige duas coisas contraditórias simultaneamente: se encaixar e se destacar, ser como todo mundo e ainda assim melhor que eles. Esse duplo vínculo torna o autovalor impossível de garantir, já que sempre há alguém à frente em algum eixo. Sair da comparação e entrar em seus próprios valores libera o autovalor de uma disputa que você nunca pode vencer permanentemente.
How to do it
- Perceba quando um sentimento de inadequação é na verdade uma comparação disfarçada.
- Redirecione de 'como eu me classifico?' para 'o que eu realmente valorizo e quero aqui?'
- Cure as entradas (incluindo feeds) que confiavelmente disparam a espiral de comparação.
Evidência
O enquadramento de Brown sobre comparação é qualitativo, e se alinha com a bem estudada literatura de comparação social ligando comparação ascendente a humor e autoestima mais baixos em muitos estudos, incluindo trabalhos sobre uso de redes sociais. (observational)
A pesquisa de comparação social é considerável, mas majoritariamente correlacional; a diretriz específica de Brown é derivada de entrevistas.
Erro comum
Tentar vencer a comparação em vez de deixá-la — vencer os outros nos termos deles ainda deixa seu valor condicionado ao ranking e ao próximo competidor.
Pratique isso com IX Coach
More practices for Os Presentes da Imperfeição, na Prática
- Deixe ir o perfeccionismo
Veja o perfeccionismo como um escudo contra o julgamento, não um caminho para a excelência — e o abandone.
- Cultive autenticidade
Deixe ir quem você acha que deveria ser e apareça como quem você realmente é.
- Pratique autocompaixão
Responda à sua própria imperfeição com a gentileza que você ofereceria a um amigo, não com julgamento duro.
- Reivindique o merecimento agora
Acredite que você é digno de amor e pertencimento como é — não depois de se consertar.
- Cultive descanso e diversão
Trate descanso e brincadeira sem propósito como essenciais a uma vida de coração inteiro, não como preguiça.