Pratique autocompaixão

Responda à sua própria imperfeição com a gentileza que você ofereceria a um amigo, não com julgamento duro.

Why it works

Brown se baseia diretamente no trabalho de Kristin Neff: você não pode abraçar a imperfeição enquanto se ataca por ela. A autocompaixão substitui o crítico interno por gentileza consigo mesmo, humanidade compartilhada e consciência plena, o que reduz a resposta de ameaça que o perfeccionismo e a vergonha mantêm ligada. Essa postura mais calma é o que torna a imperfeição tolerável em vez de catastrófica.

How to do it

  1. Quando você falhar, pergunte o que diria a um amigo na mesma situação — e diga isso a si mesmo.
  2. Lembre-se de que a imperfeição é universal, não um defeito pessoal ('outros também lutam aqui').
  3. Reconheça a dificuldade sem exagerá-la ou suprimi-la.

Evidência

Essa diretriz importa o construto de autocompaixão de Neff, que — diferente da maior parte do próprio material de Brown — tem apoio genuíno de ensaios controlados ligando autocompaixão a menor ansiedade, depressão e autocrítica. (rct)

A pesquisa sobre autocompaixão é forte, mas a integração de Brown dela no enquadramento das 'diretrizes' é interpretativa, e não separadamente testada.

Erro comum

Temer que a autocompaixão o torne complacente, então você mantém o crítico interno ligado 'para motivação' — quando a evidência liga a autocompaixão a mais, não menos, continuidade após reveses.

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