Deixe ir o perfeccionismo

Veja o perfeccionismo como um escudo contra o julgamento, não um caminho para a excelência — e o abandone.

Why it works

Brown reformula o perfeccionismo não como esforço saudável, mas como uma crença defensiva de que, se você parecer e fizer tudo perfeitamente, pode evitar culpa e vergonha. Como o padrão é inatingível, ele garante exatamente os sentimentos de fracasso que deveria prevenir. Distingui-lo do esforço saudável (que é focado em si mesmo e orientado ao crescimento) é o que permite soltar o escudo sem abandonar seus padrões.

How to do it

  1. Perceba quando você está trabalhando para evitar julgamento ('o que vão pensar?') versus para melhorar ('como posso crescer?').
  2. Reformule o objetivo em torno do seu próprio progresso em vez da aprovação dos outros.
  3. Pratique deixar uma coisa ser 'boa o suficiente e compartilhada' em vez de perfeita e escondida.

Evidência

O enquadramento de Brown do perfeccionismo como escudo vem de sua pesquisa de entrevistas de teoria fundamentada. É consistente com achados mais amplos da psicologia de que o perfeccionismo mal-adaptativo está ligado a ansiedade e depressão, sendo esse vínculo mais amplo a parte mais fortemente evidenciada. (observational)

O enquadramento de Brown é qualitativo; a pesquisa mais ampla sobre perfeccionismo e sofrimento é correlacional, mas mais rigorosamente estabelecida.

Erro comum

Confundir deixar ir o perfeccionismo com baixar padrões ou não se importar — o ponto de Brown é que perfeccionismo e excelência são coisas diferentes, e abandonar o primeiro protege a segunda.

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