Encontre um grupo em busca da verdade que discuta com você
Cerque-se de pessoas cujo papel na relação é desafiar seu raciocínio, não validá-lo.
Why it works
O feedback bajulador — pessoas concordando com você para preservar o relacionamento — está entre os vieses mais difíceis de superar porque parece bom e chega de forma confiável de pessoas que gostam de você. Um grupo de pares deliberadamente adversarial ou em busca da verdade cria o tipo de atrito que traz à tona as falhas no seu raciocínio antes que causem uma decisão custosa. O benefício é a calibração a partir de desafios externos, não de resultados.
How to do it
- Identifique uma ou duas pessoas conhecidas por discordar de você respeitosamente e que valorizam estar certas mais do que ser agradáveis.
- Convide-as explicitamente a desafiar seu raciocínio, em vez de avaliar suas conclusões.
- Crie uma norma: 'me diga por que estou errado' como resposta esperada, não como exceção.
- Retribua se engajando genuinamente com os desafios, em vez de defender a posição original.
Evidência
A pesquisa sobre deliberação em grupo mostra que grupos superam indivíduos quando têm visões diversas e normas que incentivam a dissidência. Groupthink e bajulação degradam de forma confiável a qualidade da decisão em grupos com fortes normas de conformidade. (observational)
A colaboração adversarial requer relacionamentos com confiança suficiente para lidar com desacordo sem defensividade; ela fracassa em contextos de baixa confiança.
Fontes
- Janis (1982), Groupthink — failure modes of high-cohesion groups
- Surowiecki (2004), The Wisdom of Crowds — diversity and independence conditions
Erro comum
Chamar um grupo de 'grupo em busca da verdade' enquanto implicitamente recompensa concordância e pune discordância — a norma precisa ser genuinamente reforçada, não apenas declarada.
Pratique isso com IX Coach
More practices for Pensando em Apostas
- Separe a qualidade da decisão do resultado
Uma boa decisão pode produzir um mau resultado, e uma má decisão pode produzir um bom resultado — não os confunda.
- Pense em probabilidades, não certezas
Substitua 'acho que isso vai acontecer' por 'acho que há 70% de chance de isso acontecer'.
- Faça uma pré-autópsia antes de se comprometer
Imagine que a decisão já falhou — depois pergunte por quê.
- Verifique a visão externa antes de confiar na visão interna
Pergunte como situações semelhantes se saíram antes de confiar na sua história sobre esta situação específica.
- Atualize crenças explicitamente quando nova informação chegar
Trate nova informação como motivo para declarar uma probabilidade revisada, não como confirmação da antiga.
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