Verifique a visão externa antes de confiar na visão interna

Pergunte como situações semelhantes se saíram antes de confiar na sua história sobre esta situação específica.

Why it works

A visão interna — a história que você conta sobre sua situação específica — sistematicamente dá peso excessivo a detalhes vívidos e peso insuficiente a taxas-base. A visão externa — como situações comparáveis realmente se saíram — é o corretivo. Combinar as duas é mais preciso do que qualquer uma isolada, mas a visão interna domina por padrão, então a visão externa precisa ser ativamente buscada.

How to do it

  1. Antes de estimar a probabilidade de sucesso, encontre a classe de referência: 'projetos como este'.
  2. Encontre como essa classe realmente se saiu — não sua história sobre por que este é diferente.
  3. Comece sua estimativa de probabilidade a partir da taxa-base, depois ajuste modestamente para características específicas.
  4. Aplique mais peso à taxa-base quando você se sentir mais certo de que esta situação é única.

Evidência

A previsão por classe de referência é validada pela pesquisa de Kahneman e Tversky sobre a falácia do planejamento e pela análise de grande amostra de Flyvbjerg sobre projetos de infraestrutura, que consistentemente mostra excesso de otimismo que a ancoragem em taxa-base teria corrigido. (observational)

Taxas-base exigem uma classe de referência bem definida; defini-la mal importa a taxa-base errada, o que pode ser pior do que a visão interna.

Fontes

  • Kahneman & Tversky (1979), planning fallacy and the inside view
  • Flyvbjerg (2006), "From Nobel Prize to Project Management", Project Management Journal

Erro comum

Encontrar a taxa-base, reconhecê-la, depois ajustar de volta totalmente para a visão interna porque 'esta situação realmente é diferente'.

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