Separe a qualidade da decisão do resultado

Uma boa decisão pode produzir um mau resultado, e uma má decisão pode produzir um bom resultado — não os confunda.

Why it works

'Resulting' — julgar uma decisão pelo seu resultado em vez da qualidade do raciocínio — é o erro central que o modelo aborda. Resultados são parcialmente sorte; a decisão é a única coisa que você controlou. Avaliar-se sistematicamente por resultados, e não por processo, treina a habilidade errada e distorce como você atualiza sua tomada de decisão daqui para frente.

How to do it

  1. Após qualquer decisão significativa se desenrolar, escreva uma breve avaliação: 'o raciocínio foi sólido dado o que eu sabia na época?'
  2. Avalie isso separadamente de: 'deu certo?'
  3. Procure processos ruins que funcionaram (sorte) e processos bons que falharam (azar) e trate-os de acordo.
  4. Resista a se parabenizar por um bom resultado que veio de um raciocínio fraco.

Evidência

'Resulting' é bem documentado na pesquisa sobre viés de retrospecto — as pessoas reconstroem decisões como obviamente certas ou erradas com base no resultado, obscurecendo a incerteza que existia no momento da decisão. A prática de avaliação baseada em processo é recomendada em ciência de previsão e decisão, mas não estudada em si num ensaio controlado. (mechanistic)

Separar processo de resultado é conceitualmente sólido; fazê-lo de forma confiável na prática requer registro explícito, já que o viés de retrospecto opera automaticamente.

Fontes

  • Fischhoff (1975), hindsight bias and outcome knowledge, Journal of Experimental Psychology

Erro comum

Acreditar que você consegue distinguir sorte de habilidade retroativamente sem registros pré-comprometidos — o retrospecto faz a boa sorte parecer habilidade e a má sorte parecer mau processo.

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