Prática de koan

Mantenha uma pergunta paradoxal que a mente racional não consegue resolver, para provocar uma mudança não conceitual.

Why it works

Um koan ("qual é o som de uma mão só?") é deliberadamente insolúvel pela lógica. O engajamento sustentado e sincero pretende exaurir o pensamento discursivo e de resolução de problemas e criar as condições para uma súbita percepção não conceitual. Mecanicamente, empurra contra os limites da cognição analítica, afrouxando a suposição de que toda pergunta tem uma resposta verbal.

How to do it

  1. Receba ou escolha um koan tradicional e mantenha-o continuamente, não como um enigma para resolver com esperteza.
  2. Traga o koan à mente ao longo do sentar, sentindo-o em vez de raciociná-lo.
  3. Note e libere cada "resposta" conceitual que a mente oferece como inadequada.
  4. Tradicionalmente isso é feito com um professor qualificado que testa suas respostas; a prática solitária é mais limitada.

Evidência

A prática de koan é um método experiencial voltado para a percepção; essencialmente não há evidência controlada direta para seus efeitos específicos. Ela se relaciona vagamente com a pesquisa sobre resolução de problemas por insight e quebra de padrões cognitivos, mas essa conexão é especulativa. (anecdotal)

Os benefícios são relatados anedoticamente dentro da tradição; não há evidência de resultado rigorosa, e o trabalho com koans é tradicionalmente destinado a ser guiado por um professor.

Erro comum

Tratar o koan como um quebra-cabeça intelectual para desvendar com uma resposta verbal esperta, o que mantém você dentro da própria mente analítica que a prática foi projetada para exaurir.

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