Práticas de coaching para investimento ativo nos relacionamentos

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para investimento ativo nos relacionamentos, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Tornando seus investimentos visíveis para os dois parceiros
    Nomeie e reconheça os investimentos compartilhados no relacionamento — filhos, história, projetos conjuntos — para as duas partes.
    O Modelo de Investimento do Comprometimento: Por Que as Pessoas Ficam (e Por Que Vão Embora)
  2. Comportamentos de manutenção pró-relacionamento
    Faça ativamente coisas que mantêm e fortalecem o relacionamento, em vez de esperar que ele se sustente sozinho.
    O Modelo de Investimento do Comprometimento: Por Que as Pessoas Ficam (e Por Que Vão Embora)
  3. Cultivando o mistério: tornando-se interessante para si mesmo primeiro
    Invista em sua própria vivacidade — suas buscas, prazeres e individualidade — não principalmente para atrair seu parceiro, mas porque sua vitalidade é o recurso do qual o desejo se alimenta.
    Acasalamento em Cativeiro: Sustentando o Desejo em Relacionamentos de Longo Prazo
  4. O Modelo de Investimento do Comprometimento: Por Que as Pessoas Ficam (e Por Que Vão Embora)
    O Modelo de Investimento de Caryl Rusbult propõe que o comprometimento é impulsionado por três fatores: satisfação (quão bom o relacionamento parece), qualidade das alternativas (quão atraente a vida fora do relacionamento parece), e tamanho do investimento (o que você já colocou nele e perderia ao sair). O comprometimento sobe com a satisfação e o investimento, e cai conforme as alternativas parecem melhores — por isso o modelo explica os dois casos que um simples "você está feliz?" não consegue: pessoas satisfeitas que vão embora porque algo fora do relacionamento se tornou mais atraente, e pessoas insatisfeitas que ficam porque perderiam demais. Rusbult testou o modelo pela primeira vez de forma longitudinal em 1983, e ela e seus colegas depois construíram a Investment Model Scale (Rusbult, Martz & Agnew, 1998), que mede os três insumos separadamente, para que você possa ver qual deles está de fato sustentando seu comprometimento. Os três são modificáveis — e entender qual é o mais fraco dá um alvo preciso para fortalecer o comprometimento. O modelo tem amplo apoio empírico em diversos tipos de relacionamento e culturas, incluindo uma meta-análise de Le & Agnew (2003). Seu limite honesto é que a evidência é correlacional: os três fatores preveem o comprometimento de forma confiável, mas o modelo descreve o que mantém as pessoas, em vez de prescrever o que deveria.
  5. Resposta Ativo-Construtiva, na Prática
    Quando alguém compartilha uma boa notícia, responda com entusiasmo engajado e faça perguntas que permitam que ele reviva o momento — 'Que ótimo, fico muito feliz por você. Como você descobriu?' Essa é a resposta ativo-construtiva e, na pesquisa de capitalização de Shelly Gable, é a única das quatro estilos ligada a um vínculo mais forte. Os outros três ficam aquém: o passivo-construtivo é aprovação silenciosa ('Que bom'), o ativo-destrutivo se engaja mas esvazia ('Isso não vai significar muito mais horas de trabalho?'), e o passivo-destrutivo mal registra ('Hmm. Você viu meu telefone?'). Somente o ativo-construtivo permite que a pessoa reviva o evento positivo — o que Gable chama de capitalização — e isso, mais do que como os parceiros lidam com as más notícias, prevê a qualidade do relacionamento. O estilo não é um traço fixo; ele pode ser aprendido.
  6. Dê garantias regulares de comprometimento
    Lembre explicitamente seu parceiro do seu amor, comprometimento e investimento no relacionamento.
    Comportamentos de Manutenção do Relacionamento
  7. Disposição para sacrificar: construindo tomada de decisão orientada ao relacionamento
    Pratique tomar pelo menos uma decisão semanal que priorize o relacionamento em vez da conveniência pessoal de curto prazo.
    O Modelo de Investimento do Comprometimento: Por Que as Pessoas Ficam (e Por Que Vão Embora)
  8. Responda aos chamados por conexão
    Responda a pequenos chamados cotidianos de atenção como se importassem — porque importam.
    A Proporção de 5 para 1 nos Relacionamentos
  9. Compartilhe regularmente atividades novas e prazerosas
    Façam coisas novas juntos — não apenas as confortáveis ou habituais.
    Comportamentos de Manutenção do Relacionamento
  10. Escolher e co-criar segurança
    Buscar ativamente relacionamentos e dinâmicas que tornem possível o funcionamento seguro, em vez de replicar o familiar.
    Teoria do Apego, de Forma Prática

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