Práticas de coaching para estudo de Cialdini de 1975

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para estudo de Cialdini de 1975, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. A Boa Vida: Lições do Estudo de Harvard
    O Estudo de Harvard sobre o Desenvolvimento Adulto é um estudo longitudinal da vida adulta iniciado em 1938, mais tarde dirigido por George Vaillant e hoje por Robert Waldinger. Ele acompanha duas coortes originais: o Estudo Grant, de estudantes de graduação de Harvard, e o Estudo Glueck, de meninos de bairros pobres do centro de Boston, com os descendentes dos participantes adicionados em décadas posteriores. Sua descoberta principal é que a qualidade dos relacionamentos próximos de uma pessoa é um preditor melhor de saúde e felicidade na vida posterior do que riqueza, fama, classe social ou colesterol aos 50 anos. Essa descoberta se baseia em dados genuinamente raros — décadas de medição repetida nas mesmas pessoas — mas três limitações devem acompanhá-la. O estudo é observacional, então estabelece que a qualidade do relacionamento e o bem-estar se movem juntos ao longo do tempo, não que um cause o outro; pessoas mais saudáveis podem simplesmente achar mais fácil sustentar relacionamentos. As coortes originais eram inteiramente masculinas, quase inteiramente brancas, e vinham de uma fatia estreita de Boston de meados do século, então até que ponto as descobertas se generalizam para mulheres, outros grupos étnicos ou outras sociedades é genuinamente uma questão em aberto. E como os participantes foram recrutados há quase um século, parte do que o estudo acompanha é um retrato de uma coorte numa era tanto quanto um fato sobre a vida adulta em geral.
  2. Aplique a porta na cara em pedidos prossociais ou de caridade
    A técnica foi originalmente testada em um contexto prossocial e funciona especialmente bem quando as duas partes compartilham valores.
    A Técnica da Porta na Cara, Aplicada na Prática
  3. Princípios de Persuasão de Cialdini
    Os princípios de persuasão de Robert Cialdini são sete alavancas que enviesam as pessoas em direção a dizer sim: reciprocidade (retribuímos o que recebemos), compromisso e consistência (agimos de acordo com o que já concordamos), prova social (copiamos outros semelhantes quando incertos), autoridade (deferimos a especialização crível e seus símbolos), afinidade (dizemos sim a pessoas de quem gostamos) e escassez (queremos o que está desaparecendo) — os seis originais de Influence (1984) — mais unidade (dizemos sim a pessoas com quem compartilhamos uma identidade), que Cialdini acrescentou em Pre-Suasion (2016). Cada um nomeia um atalho mental que normalmente nos serve e pode ser disparado para fabricar conformidade. Os princípios são extraídos de décadas de pesquisa em psicologia social e experimentos de campo, e os efeitos direcionais são bem estabelecidos — mas os tamanhos de efeito individuais variam muito conforme o contexto, e alguns dos estudos clássicos específicos por trás deles foram contestados ou replicaram fracamente, então trate cada um como uma tendência real, e não como uma alavanca confiável que você pode ajustar.
  4. Experimentos de Enquete: Testando Crenças ao Perguntar aos Outros
    Teste previsões sociais perguntando a uma pequena amostra de pessoas o que elas realmente pensam — em vez de presumir.
    Experimentos Comportamentais: Testando Crenças no Mundo Real
  5. Custo Médio em Dólar, na Prática
    O custo médio (dollar-cost averaging, DCA) — investir um valor fixo em intervalos regulares independentemente do preço de mercado — não supera o investimento de valor único, em média, quando você tem o dinheiro disponível. Seu real valor é comportamental: remove a decisão de timing, torna o investimento automático e reduz a volatilidade emocional que faz a maioria dos investidores ter desempenho pior que seus próprios fundos.
  6. Experimentos Comportamentais: Testando Crenças no Mundo Real
    Experimentos comportamentais são atividades planejadas no mundo real, dentro da TCC, que testam diretamente a precisão de uma crença ou previsão negativa. Em vez de apenas contestar pensamentos no papel, a pessoa coleta evidências ao vivo a favor ou contra a crença — e essa evidência vivencial costuma mudar crenças mais do que o argumento lógico sozinho. São um componente central e bem sustentado da TCC para ansiedade, depressão e dificuldades relacionadas.
  7. Abandonando Comportamentos de Segurança nos Experimentos
    Remova as estratégias sutis de evitação (comportamentos de segurança) que impedem os experimentos de testar de fato a crença.
    Experimentos Comportamentais: Testando Crenças no Mundo Real
  8. Experimentos comportamentais
    Teste uma crença fazendo algo e observando o que realmente acontece.
    Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), na Prática
  9. A Técnica da Porta na Cara, Aplicada na Prática
    A técnica da porta na cara funciona ao fazer primeiro um pedido grande, com alta chance de recusa, e depois ceder para um pedido menor. O recuo parece uma concessão, disparando obrigação recíproca; o pedido menor também se beneficia do contraste perceptivo — parece mais razoável em comparação com a âncora grande. Cialdini et al. (1975) documentaram isso em um experimento bem replicado. Meta-análises encontram efeitos moderados, mais fortes quando os pedidos são relacionados e vêm da mesma pessoa.
  10. Autoridade
    As pessoas deferem à especialização crível — e a seus símbolos — mais do que percebem.
    Princípios de Persuasão de Cialdini

Preocupações relacionadas

Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.

Pratique isso com IX Coach

Experimente esta prática