Autoridade

As pessoas deferem à especialização crível — e a seus símbolos — mais do que percebem.

Why it works

Deferir a especialistas legítimos é geralmente adaptativo, então o cérebro trata marcadores de autoridade (credenciais, títulos, até uniformes) como um atalho para a confiabilidade. O risco é que os símbolos podem ser emprestados sem a substância, disparando deferência que não é justificada.

How to do it

  1. Estabeleça especialização genuína e relevante antes de aconselhar — mostre as provas, não apenas as reivindique.
  2. Deixe que um terceiro crível te avalize; a autopromoção é mais fraca do que ser apresentado.
  3. Como alvo, separe o símbolo da substância: pergunte se essa autoridade é real e relevante aqui.

Evidência

O puxão da autoridade repousa principalmente nos experimentos de obediência de Milgram, nos quais uma grande parcela dos participantes continuou administrando o que acreditavam serem choques perigosos quando instruídos por um experimentador. Burger mais tarde conduziu uma replicação parcial eticamente restrita e encontrou taxas de obediência comparáveis no ponto em que parou o procedimento. (observational)

O trabalho de Milgram está entre os mais contestados na psicologia — sobre ética, sobre quanto o experimentador improvisou além do roteiro, e sobre como os dados de arquivo foram relatados. A replicação de Burger foi deliberadamente interrompida cedo, então não pode falar sobre o extremo do original. Leia a afirmação direcional (as pessoas deferem a sinais de autoridade mais do que preveem que vão) como apoiada, e as magnitudes dramáticas como não resolvidas.

Fontes

Erro comum

Fingir ou inflar autoridade. A credibilidade emprestada colapsa ao contato e destrói a confiança, que é o verdadeiro ativo.

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