Práticas de coaching para dados sobre fadiga de compaixão

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para dados sobre fadiga de compaixão, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Corrija o excesso de peso dado à "vítima identificada"
    Reconhecer que histórias individuais vívidas parecem mais convincentes do que estatísticas idênticas ajuda você a alocar atenção e recursos de forma mais racional.
    A Heurística do Afeto — Quando Sentimentos Substituem Fatos
  2. Resista ao efeito da vítima identificável mantendo as estatísticas em vista
    Quando você se sentir mais comovido por um caso identificado do que por estatísticas sobre muitos, perceba a desproporção.
    Insensibilidade à Escala: Por que o Tamanho Não Muda o que Você Sente
  3. Humanidade comum: lembre-se de que você não está sozinho
    Diga a si mesmo: "O sofrimento faz parte da vida — não estou sozinho nisso."
    A Pausa de Autocompaixão
  4. Expanda o tonglen para incluir todos os seres que compartilham esse sofrimento
    O que quer que você esteja sofrendo, incontáveis outros sentem o mesmo — inspire a dor compartilhada, expire o alívio compartilhado.
    Tonglen: A Prática Tibetana de Tomar e Enviar
  5. Pesquise quão comum sua dificuldade realmente é
    Obtenha um número real: que porcentagem de pessoas luta com essa mesma coisa?
    Humanidade Comum, na Prática
  6. Reconheça o backdraft — a dor que surge quando a gentileza chega pela primeira vez
    Quando a autocompaixão inicialmente dói mais, isso é backdraft — sinal de que está funcionando, não falhando.
    A Pausa de Autocompaixão
  7. Direcione o tonglen a uma pessoa específica em sofrimento
    Traga à mente uma pessoa que está sofrendo e inspire sua dor; expire o que quer que traga alívio a ela.
    Tonglen: A Prática Tibetana de Tomar e Enviar
  8. Meditação da condição compartilhada
    Sente-se brevemente com a consciência de que, agora mesmo, milhares de pessoas estão sentindo exatamente o que você sente.
    Humanidade Comum, na Prática
  9. Humanidade Comum, na Prática
    A humanidade comum — um dos três componentes do modelo de autocompaixão de Kristin Neff — é o reconhecimento de que o sofrimento, o fracasso e a inadequação são experiências humanas universais, não defeitos pessoais. Ativar essa consciência interrompe a história isoladora da vergonha e reduz sua intensidade. Tem respaldo observacional como componente do construto de autocompaixão e é ensinada em programas baseados em evidências, incluindo o MSC.
  10. Imagética Compassiva: A Imagem Compassiva e o Lugar Seguro
    Desenvolva uma figura compassiva vívida na imaginação, cujo cuidado você pode acessar durante o sofrimento.
    Terapia Focada na Compaixão: Acalmando o Crítico Interno

Preocupações relacionadas

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