Práticas de coaching para como funciona o modelo GROW

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para como funciona o modelo GROW, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. O Modelo GROW de Coaching, na Prática
    O modelo GROW é uma estrutura de quatro estágios para uma conversa de coaching. META (GOAL) estabelece o que a pessoa realmente quer; REALIDADE (REALITY) mapeia o que verdadeiramente está acontecendo agora; OPÇÕES (OPTIONS) gera caminhos possíveis antes de julgar qualquer um deles; VONTADE (WILL) converte o caminho escolhido em uma ação específica e comprometida. A sequência importa: cada estágio é pré-requisito para o próximo, e o coach pergunta em vez de aconselhar o tempo todo, para que as respostas — e a propriedade sobre elas — permaneçam com a pessoa sendo orientada. É o modelo de coaching mais usado no coaching executivo e organizacional, geralmente atribuído a Graham Alexander, Alan Fine e Sir John Whitmore, que o popularizaram em Coaching for Performance. Sua base de evidência é sobretudo consenso de praticantes, e não ensaios randomizados — embora os mecanismos individuais que ele encadeia (definição específica de metas, intenções de implementação, contraste mental) sejam, cada um, bem sustentados isoladamente.
  2. O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
    O modelo GROW (Goal/Meta, Reality/Realidade, Options/Opções, Will-Way Forward/Vontade-Caminho a Seguir), popularizado pelo livro Coaching for Performance de John Whitmore, é a estrutura de conversa de coaching mais amplamente usada. Funciona sequenciando uma conversa desde a clareza da meta, passando por uma avaliação honesta da realidade, até a geração de opções e o comprometimento — resistindo ao instinto do coach de pular direto para o conselho. A evidência é clínica em vez de vinda de ensaios controlados, embora os princípios subjacentes se conectem a mecanismos psicológicos bem apoiados.
  3. Mantenha uma alta proporção de perguntas em relação a afirmações ao longo do GROW
    Faça perguntas com muito mais frequência do que ofereça afirmações — o pensamento do coachee é o produto.
    O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
  4. Use o GROW em conversas breves de liderança, não apenas em sessões formais de coaching
    Aplique a estrutura GROW a conversas de corredor de 5 minutos e check-ins 1-a-1 — não apenas a sessões de coaching de uma hora.
    O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
  5. Persiga crescimento pessoal compartilhado — não paralelo, mas conjunto
    Crescer ao lado de um parceiro ou amigo, em vez de separadamente, alavanca o mecanismo de autoexpansão para ambas as pessoas simultaneamente.
    Modelo de Autoexpansão: Como os Relacionamentos Nos Fazem Crescer (e Estagnar)
  6. Combine a mudança de crença com estratégia concreta
    A mentalidade só ajuda se estiver ligada a um método melhor, não apenas a otimismo.
    Mentalidade de Crescimento: A Versão Honesta
  7. Aumente a consciência e construa a responsabilidade simultaneamente
    Ajude a pessoa a ver sua situação mais claramente enquanto também a conecta ao pertencimento dela.
    O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
  8. O Modelo da Zona de Conforto: Como Crescer Sem Entrar em Burnout
    O modelo da zona de conforto mapeia a experiência em três anéis concêntricos — conforto, crescimento (ou desafio) e pânico — e defende que o desenvolvimento real acontece no anel de crescimento, onde o desafio é real mas não desestabilizador. O modelo é uma heurística clínica, não um modelo rigidamente estudado; seu valor prático está em ajudar as pessoas a calibrar quanta novidade assumir de cada vez.
  9. Mentalidade de Crescimento: A Versão Honesta
    Uma mentalidade de crescimento, de Carol Dweck, é a crença de que as habilidades podem ser desenvolvidas por meio de esforço, estratégia e aprendizado — em oposição a uma mentalidade fixa, que trata a habilidade como inata e imutável. A ideia subjacente é sólida, mas seja honesto: replicações e metanálises recentes e em larga escala descobriram que as intervenções de mentalidade de crescimento produzem efeitos pequenos e inconsistentes, com benefícios concentrados em grupos específicos. É um enquadramento útil, não um botão mágico. Na prática, o coaching de mentalidade de crescimento tem menos a ver com repetir 'eu posso crescer' e mais a ver com mudar o que você faz quando encontra dificuldade: tratar um ponto de estagnação como informação sobre estratégia, em vez de um veredito sobre o seu teto, e então realmente mudar a estratégia.
  10. Gere Opções — explore toda a gama de possibilidades antes de se comprometer
    Convide a pessoa a gerar o máximo de opções possível antes de avaliar qualquer uma delas.
    O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas

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