Práticas de coaching para Justiça restaurativa na comunidade

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para Justiça restaurativa na comunidade, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Envolva a comunidade afetada, não apenas as duas partes
    O dano raramente afeta apenas duas pessoas — inclua aqueles afetados pela onda de impacto.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  2. Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
    A justiça restaurativa é uma abordagem ao dano que foca em reparar relacionamentos e atender às necessidades de quem foi prejudicado, em vez de punição. Desenvolvida por Howard Zehr e outros, ela faz três perguntas: Quem foi prejudicado? Do que essa pessoa precisa? Quem é responsável por atender a essas necessidades? Pesquisas sobre programas restaurativos mostram maior satisfação das vítimas e, em muitos contextos, menor reincidência em comparação com abordagens punitivas convencionais — embora os resultados variem conforme o contexto.
  3. Almeje a reintegração, não a rotulação permanente
    A responsabilização não é uma identidade permanente; o objetivo é que a parte responsável volte a integrar a comunidade como membro pleno.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  4. Faça as três perguntas restaurativas
    Comece toda conversa sobre dano com: quem foi ferido, do que essa pessoa precisa, e quem é responsável por atender a essas necessidades?
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  5. Garanta que a participação seja voluntária para todas as partes
    Processos restaurativos só funcionam quando todos — especialmente a parte prejudicada — escolhem participar.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  6. Torne o dano visível através de uma declaração de impacto
    A pessoa que causou o dano precisa ouvir — em detalhes — o que o dano de fato causou à pessoa prejudicada.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  7. Construa um acordo de responsabilização concreto
    Responsabilização é um plano, não apenas um sentimento — escreva o que será feito, por quem e até quando.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  8. Círculo de reconciliação facilitado
    Reúna todas as partes afetadas com um guia neutro para nomear o dano, pedir perdão e restaurar o relacionamento.
    Ho'oponopono: Perdão e Reconciliação Havaiana
  9. O Processo de Círculo (Kay Pranis)
    O processo de círculo, desenvolvido por Kay Pranis a partir de tradições indígenas de pacificação, é uma conversa em grupo estruturada que usa um centro simbólico compartilhado, um objeto da palavra e valores orientadores para criar um espaço onde cada voz tem peso igual. É usado para resolução de conflitos, construção de comunidade e reparação de danos. Pesquisas sobre o uso de círculos em escolas e comunidades mostram melhorias nas taxas de disciplina, no senso de pertencimento e nos desfechos de conflitos, embora evidências experimentais rigorosas ainda sejam limitadas.
  10. Quem conduz sustenta o processo, não o conteúdo
    O trabalho de quem conduz o círculo é proteger o processo — não facilitar desfechos, dar conselhos ou julgar.
    O Processo de Círculo (Kay Pranis)

Preocupações relacionadas

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