Práticas de coaching para Justiça restaurativa segundo Howard Zehr após uma perda

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para Justiça restaurativa segundo Howard Zehr após uma perda, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
    A justiça restaurativa é uma abordagem ao dano que foca em reparar relacionamentos e atender às necessidades de quem foi prejudicado, em vez de punição. Desenvolvida por Howard Zehr e outros, ela faz três perguntas: Quem foi prejudicado? Do que essa pessoa precisa? Quem é responsável por atender a essas necessidades? Pesquisas sobre programas restaurativos mostram maior satisfação das vítimas e, em muitos contextos, menor reincidência em comparação com abordagens punitivas convencionais — embora os resultados variem conforme o contexto.
  2. Envolva a comunidade afetada, não apenas as duas partes
    O dano raramente afeta apenas duas pessoas — inclua aqueles afetados pela onda de impacto.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  3. Faça as três perguntas restaurativas
    Comece toda conversa sobre dano com: quem foi ferido, do que essa pessoa precisa, e quem é responsável por atender a essas necessidades?
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  4. Almeje a reintegração, não a rotulação permanente
    A responsabilização não é uma identidade permanente; o objetivo é que a parte responsável volte a integrar a comunidade como membro pleno.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  5. Torne o dano visível através de uma declaração de impacto
    A pessoa que causou o dano precisa ouvir — em detalhes — o que o dano de fato causou à pessoa prejudicada.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  6. Construa um acordo de responsabilização concreto
    Responsabilização é um plano, não apenas um sentimento — escreva o que será feito, por quem e até quando.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  7. Garanta que a participação seja voluntária para todas as partes
    Processos restaurativos só funcionam quando todos — especialmente a parte prejudicada — escolhem participar.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  8. Reconstrução de Sentido no Luto, na Prática
    A reconstrução de sentido é o modelo de luto de Robert Neimeyer. Ele sustenta que uma perda significativa fragmenta o mundo assuntivo — as crenças implícitas sobre si mesmo, os outros e o futuro das quais a vida cotidiana depende — e que elaborar o luto é menos uma sequência de estágios a percorrer do que o trabalho de reconstruir uma narrativa de vida coerente que consiga conter a perda. Na prática, esse trabalho tem partes reconhecíveis: nomear quais suposições a perda perturbou, recontar a história da morte até que possa ser narrada do início ao fim, e reconstruir uma identidade que o relacionamento moldou e que a perda mudou. Esse referencial é sustentado por pesquisa observacional sobre desfechos de luto, e informa terapias narrativas de luto; algumas terapias que incorporam suas técnicas, como o tratamento de luto complicado, foram testadas em ensaios clínicos, embora o referencial como um todo não tenha sido. Ele descreve como as pessoas dão sentido à perda; não é um tratamento, um cronograma, nem um substituto para o trabalho com um conselheiro de luto ou terapeuta.
  9. Faça um debriefing e repare depois que o conflito terminar
    A conversa depois da briga — feita com calma — é onde o reparo duradouro acontece.
    Tentativas de Reparo: A Chave de Gottman para Sobreviver ao Conflito nos Relacionamentos
  10. Procure honestamente pelo que cresceu ou mudou para melhor
    Sem minimizar a perda, note qualquer crescimento, mudança ou perspectiva que tenha emergido dela.
    Reconstrução de Sentido no Luto, na Prática

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