Práticas de coaching para sensual desejo meditação
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para sensual desejo meditação, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- Trabalhando com o desejo sensorial (kamacchanda)
Quando o desejo ou distração por experiências agradáveis o tira da meditação, use a contemplação de anicca para ver a qualidade transitória do que é desejado.
Os Cinco Obstáculos: Diagnosticando e Trabalhando com Obstáculos da Meditação - Examinar o desejo antes de persegui-lo
Antes de buscar algo que você quer, pergunte se o desejo o serve ou o consome.
Santosha: A Prática do Contentamento - A Disciplina Estoica do Desejo
Pierre Hadot identificou a "disciplina do desejo" como uma das três práticas espirituais estoicas: treinar-se para desejar apenas o que está sob seu poder (virtude, seus próprios julgamentos e respostas) e ser indiferente ao que não está. A prática mira a causa raiz da maior parte do sofrimento humano — ansiar por coisas fora do seu controle — em vez de seus sintomas. - Tonglen: enviar e receber
Inspire o sofrimento (seu e dos outros); expire alívio e bem-estar.
Lojong: Treinamento Mental Tibetano - Trabalhando com a má vontade (byapada)
Quando aversão, irritação, ou ressentimento entra na meditação, encontre-o com bondade amorosa pela pessoa ou coisa que o dispara.
Os Cinco Obstáculos: Diagnosticando e Trabalhando com Obstáculos da Meditação - Mudita: Como Cultivar a Alegria Compassiva
Alegria compassiva é a tradução usual de mudita, um dos quatro brahma-viharas — as "moradas divinas" ou qualidades ilimitadas da prática budista, junto com a bondade amorosa (metta), a compaixão (karuna) e a equanimidade (upekkha). Nomeia a capacidade de sentir alegria genuína pela felicidade, boa sorte ou sucesso de outra pessoa, sem que essa alegria seja diminuída pela comparação com a própria situação. No ensino tradicional, cada brahma-vihara é descrito com um inimigo próximo que a imita e um inimigo distante que a opõe: o inimigo distante de mudita é a inveja, e seu inimigo próximo é um deleite oco e performado que não é realmente sentido. É cultivada deliberadamente, na maioria das vezes em meditação que começa com alguém cuja boa sorte é fácil de celebrar e se estende a partir daí, e em notar momentos de boas notícias de outros na vida cotidiana. Sobre a evidência, seja ponderado: o raciocínio de por que cultivar alegria pelo sucesso alheio contrariaria a inveja é coerente e a prática se insere numa longa tradição contemplativa, mas mudita especificamente tem muito menos evidência de ensaios clínicos do que a bondade amorosa ou a prática de compaixão, que são as mais estudadas. - A varredura corporal — observando sem reagir
Mova a atenção sistematicamente pelo corpo, observando cada sensação com equanimidade em vez de preferência.
Meditação Vipassana, na Prática - Consciência sem apego: deixando surgir e passar
Observe pensamentos, sensações e emoções surgirem e se dissolverem sem agarrar ou empurrar.
Shikantaza: Apenas Sentar - Criando espaço: o paradoxo da distância e do desejo
Construa uma separação deliberada — tempo separado, interesses separados, amizades separadas — como a condição de que o desejo precisa para se regenerar.
Acasalamento em Cativeiro: Sustentando o Desejo em Relacionamentos de Longo Prazo - Metta ao final — compartilhando mérito e boa vontade
Termine cada sessão irradiando boa vontade para fora, suavizando qualquer aspereza autocrítica que a prática revele.
Meditação Vipassana, na Prática
Preocupações relacionadas
- meditação com ahimsa
Ahimsa — o princípio de não causar dano, presente nas tradições jainista, hindu e patañjaliana — vai muito além de evitar a violência física. Como prática diária, significa trazer não-agressão deliberada ao pensamento, à fala e à ação em relação a si mesmo e aos outros. As práticas se fundamentam em mecanismos psicológicos reais: o não julgamento reduz a reatividade, o treinamento de compaixão constrói capacidade pró-social, e a autocompaixão amortece a vergonha que impulsiona o autoataque.
Ahimsa: Não-Violência como Prática Diária
- meditação como antídoto à inveja
Quando notar inveja, pause e pergunte: "O que o sucesso deles torna possível para mim ou para os outros?"
Reformular a comparação social em ganho compartilhado
- a sensação do eu na meditação
Observe pensamentos, sensações e emoções surgirem e se dissolverem sem agarrar ou empurrar.
Consciência sem apego: deixando surgir e passar
- meditação do não-eu
Termine cada sessão irradiando boa vontade para fora, suavizando qualquer aspereza autocrítica que a prática revele.
Metta ao final — compartilhando mérito e boa vontade
- vipassana meditação como cuidador
Termine cada sessão irradiando boa vontade para fora, suavizando qualquer aspereza autocrítica que a prática revele.
- meditação de aversão
Quando aversão, irritação, ou ressentimento entra na meditação, encontre-o com bondade amorosa pela pessoa ou coisa que o dispara.
Trabalhando com a má vontade (byapada)
Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.