Práticas de coaching para vergonha e quitting hábitos

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para vergonha e quitting hábitos, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Fale a vergonha antes de agir a partir dela
    A vergonha impulsiona comportamento automático — desconexão, ataque, entorpecimento — antes de estarmos conscientes dela. A pausa para nomear e falar a vergonha muda o resultado comportamental.
    Resiliência à Vergonha, na Prática
  2. Solte a culpa sobre o quão pequeno é
    Trate a versão micro como uma vitória real, não um atalho vergonhoso.
    Microhábitos: Comece Absurdamente Pequeno
  3. Predefina seus critérios de saída
    Decida com antecedência qual resultado faria você parar, continuar ou ampliar.
    Pequenos Experimentos: Testando a Mudança Sem se Comprometer com Ela
  4. Vergonha vs. Culpa: Por Que a Distinção Muda Tudo
    A culpa diz "eu fiz algo ruim"; a vergonha diz "eu sou ruim". A pesquisa de June Price Tangney descobre que a culpa motiva de forma confiável a reparação e o comportamento pró-social, enquanto a vergonha se correlaciona com raiva, retraimento e comportamento problemático maior (não menor). Substituir a vergonha por autofala orientada à culpa é uma das alavancas mais fundamentadas em evidências na autorregulação emocional.
  5. Separe o self central do comportamento problemático
    Lembre-se de que o comportamento é algo que você faz, não a soma de quem você é.
    Vergonha vs. Culpa: Por Que a Distinção Muda Tudo
  6. Mapeie seus gatilhos pessoais de vergonha
    Identifique as situações específicas, feedback ou comparações que confiavelmente ativam a vergonha em você.
    Vergonha vs. Culpa: Por Que a Distinção Muda Tudo
  7. Trate a recaída como uma parte previsível do processo, não um fracasso
    A maioria das pessoas percorre os estágios várias vezes antes de conseguir uma mudança duradoura — planeje para isso.
    O Modelo Transteórico de Mudança, na Prática
  8. Acolha o impulso sem se julgar
    Trate ter um impulso como normal e humano, não como evidência de fraqueza.
    Urge Surfing: Surfando a Onda de um Desejo
  9. Compromisso público
    Anuncie a meta a pessoas cuja opinião você valoriza.
    Dispositivos de Pré-Compromisso (Contratos de Ulisses)
  10. Trate um deslize como dado, não como fracasso
    Espere deslizes ocasionais e use-os para refinar a troca, em vez de desistir.
    Substituição de Hábitos: Troque a Rotina, Mantenha a Recompensa

Preocupações relacionadas

Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.

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