Equilibrar o pensamento divergente com o convergente

Trate a criatividade como duas fases — abrir para gerar, depois fechar para selecionar.

Why it works

O pensamento divergente sozinho produz uma pilha de opções, mas nenhuma decisão; o pensamento convergente sozinho otimiza cedo demais em torno de um conjunto inicial pobre. A criatividade precisa dos dois, em ordem: divergir para ampliar o espaço, depois convergir para escolher e refinar. Manter as duas como fases distintas evita que uma sabote a outra — a convergência prematura é geralmente o que mata.

How to do it

  1. Nomeie em qual fase você está, e faça apenas o trabalho dessa fase.
  2. Divirja plenamente (quantidade, sem julgamento) antes de permitir qualquer convergência.
  3. Ao convergir, use critérios explícitos para selecionar, para que o julgamento seja fundamentado, não impulsivo.

Evidência

A distinção divergente/convergente é fundacional na pesquisa sobre criatividade (remontando a Guilford), e processos de criatividade estruturados deliberadamente alternam os dois. Um framework bem estabelecido, oferecido honestamente como modelo, e não como um efeito medido. Guilford (1950) é o ponto de origem: ele definiu a produção divergente e a convergente como habilidades separadas, o que é por que tratá-las como fases distintas tem uma base fundamentada, em vez de ser um fluxo de trabalho arbitrário. (observational)

O modelo de duas fases é amplamente usado e intuitivo, mas o trabalho criativo real é iterativo e mais bagunçado do que uma limpa oscilação divergir-depois-convergir.

Fontes

Erro comum

Convergir cedo demais — estreitando para uma única ideia antes que a fase divergente tenha feito o seu trabalho — o que otimiza uma opção medíocre em vez de encontrar uma melhor.

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