Encontre sentido através do amor e da conexão
O sentido vive em encontrar plenamente outra pessoa — e naquilo que você vivencia e valoriza.
Why it works
A segunda fonte de Frankl é experiencial: sentido encontrado na bondade, na beleza e, acima de tudo, em amar outra pessoa. O amor, em sua visão, permite que você veja a essência e o potencial do outro, o que o orienta para fora e o ancora em algo que sobrevive às circunstâncias. A atenção a quem e ao que você ama é, em si, uma fonte de sentido, não apenas um conforto.
How to do it
- Traga atenção plena a uma pessoa que você ama — veja-a, não a sua ideia dela.
- Deixe que uma experiência de beleza ou cuidado conte como significativa por si só, não como uma pausa da "vida real".
- Pergunte para o que o seu amor por alguém está lhe chamando hoje.
Evidência
A conexão social forte está entre os correlatos mais consistentes de bem-estar e longevidade na literatura de pesquisa. O enquadramento de Frankl do amor como caminho para o sentido é filosófico e clínico, não derivado experimentalmente. (observational)
A ligação entre conexão e bem-estar é robusta mas correlacional. A afirmação específica de Frankl sobre o amor revelar a "essência" do outro é uma postura filosófica, não um achado empírico.
Erro comum
Tratar o amor principalmente como algo recebido; Frankl localiza o sentido no ato de amar — a atenção e o cuidado que você dá — não em ser amado de volta.
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- Encontre sentido através do que você cria ou contribui
Localize o sentido no trabalho ou na ação que você dá ao mundo, não apenas no que recebe dele.
- Encontre sentido no sofrimento inevitável
Quando o sofrimento não pode ser removido, a tarefa que resta é a postura que você assume diante dele.
- Exerça a última liberdade humana
Entre o que acontece com você e sua resposta, há um espaço — e sua liberdade vive ali.
- Desreflexão — vire a atenção para fora
Pare de monitorar o problema e redirecione a atenção para algo significativo além de você mesmo.
- Intenção paradoxal
Para um medo antecipatório, deseje deliberadamente (e até com humor) a própria coisa que você teme.