Use a dor de pagar para desacelerar o gasto

Pagar em dinheiro (ou ver o número real) ativa a aversão à perda e reduz o gasto irrefletido.

Why it works

Prelec e Loewenstein identificaram a "dor de pagar" -- uma aversão psicológica real a se separar do dinheiro que é amortecida quando o pagamento é desacoplado do consumo (cartões de crédito, compre agora e pague depois, débito automático de assinaturas). Reconectar o pagamento ao momento do gasto -- ver um saldo diminuir, pagar em notas físicas -- reativa o sinal de perda que de outra forma fica suprimido, moderando naturalmente o gasto não essencial.

How to do it

  1. Para gastos discricionários, pague em dinheiro ou revise manualmente seu saldo antes de concluir uma transação.
  2. Revise os totais de gastos reais semanalmente de um jeito que force você a ver valores em reais, não porcentagens.
  3. Remova os dados de cartão salvos do checkout de um clique em pelo menos uma categoria em que você gasta demais.

Evidência

O trabalho de Prelec e Loewenstein sobre a dor de pagar mostrou que acoplar o pagamento ao consumo reduz o gasto e aumenta a satisfação em alguns contextos; cartões de crédito aumentam de forma confiável o gasto em comparação com dinheiro em vários estudos. (observational)

A maior parte da evidência compara dinheiro vs. cartão em contextos de consumo; o princípio é bem sustentado direcionalmente, embora as magnitudes exatas dependam do contexto e da pessoa.

Fontes

  • Prelec & Loewenstein (1998), "The Red and the Black: Mental Accounting of Savings and Debt," Marketing Science
  • Soman (2001), "Effects of Payment Mechanism on Spending Behavior," Journal of Consumer Research

Erro comum

Acompanhar os gastos como porcentagens ou totais por categoria sem nunca olhar para a saída real de dinheiro -- o sinal de perda exige ver um número que pareça seu, não uma proporção.

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