Práticas de coaching para resolução colaborativa de problemas segundo Ross Greene durante conflitos

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para resolução colaborativa de problemas segundo Ross Greene durante conflitos, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)
    O Plano B é a conversa central do modelo de Resolução Colaborativa de Problemas de Ross Greene: uma conversa estruturada de três passos entre adulto e criança — empatizar com a preocupação da criança, compartilhar a sua própria e depois convidá-la a resolver juntos — usada no lugar de consequências punitivas para construir as habilidades que a criança não tem. Parte da premissa de que crianças com comportamento explosivo carecem das habilidades cognitivas para lidar com frustração e inflexibilidade, não da motivação. Greene contrasta isso com duas alternativas: o Plano A, em que o adulto impõe a solução unilateralmente, e o Plano C, em que a exigência é deixada de lado por ora para reduzir a carga. A sequência dentro do Plano B não é intercambiável — a empatia precisa vir primeiro, porque uma criança que ainda não se sente ouvida experimenta a preocupação do adulto como o sermão de sempre e resiste antes que a colaboração possa começar. O Plano B também funciona melhor de forma proativa, agendado numa janela calma em vez de tentado no meio de uma explosão, quando nenhuma das partes tem acesso confiável ao raciocínio que a conversa exige. Ensaios randomizados em contextos clínicos mostram reduções significativas no comportamento explosivo e no uso de contenção, e um ensaio comparativo direto encontrou que ele é comparável ao estabelecido Treinamento de Manejo Parental para jovens de oposição, embora a maior parte da evidência real em casa permaneça clínica e observacional.
  2. Separe a pessoa do problema
    Trate o conflito como um problema que vocês enfrentam juntos, não uma disputa em que competem.
    A Terceira Alternativa na Prática
  3. Colaboração (assertivo e cooperativo)
    Trabalhe os interesses subjacentes até encontrar uma solução que genuinamente atenda às necessidades de ambos os lados.
    Os Cinco Estilos de Resolução de Conflitos
  4. Use Colaborar quando o relacionamento e a solução importam
    Colaborar — alta assertividade, alta cooperação — encontra uma solução que realmente funciona para ambas as partes, mas leva tempo.
    O Instrumento de Modos de Conflito Thomas–Kilmann (TKI)
  5. Use o Plano B: a conversa colaborativa de três passos
    Empatize com a preocupação da criança, compartilhe a sua, e convide-a a resolver juntos.
    Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)
  6. Avalie soluções quanto à durabilidade: realista, mutuamente satisfatória, segura
    Uma solução colaborativa que falha em um dos três testes — realista, mutuamente satisfatória, segura — não vai se sustentar.
    Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)
  7. Transforme o relacionamento, não apenas a questão
    Use cada conflito como uma oportunidade para elevar a qualidade do próprio relacionamento.
    A Terceira Alternativa na Prática
  8. Encontre o propósito mútuo
    Estabeleça uma meta compartilhada com a qual ambas as pessoas se importam, para que a conversa seja "nós contra o problema".
    Conversas Cruciais, na Prática
  9. Pergunte "Você está disposto a buscar uma solução melhor do que qualquer um de nós já pensou?"
    Abra a conversa com uma única pergunta que reconfigura ambas as partes de adversárias para cocriadoras.
    A Terceira Alternativa na Prática
  10. Lutem contra o problema, não um contra o outro
    Reoriente o conflito para que ambos os parceiros encarem o problema juntos, em vez de se encararem um ao outro.
    Relacionamentos de Funcionamento Seguro

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