Práticas de coaching para modelo STAGES de desenvolvimento do ego segundo Cook-Greuter

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para modelo STAGES de desenvolvimento do ego segundo Cook-Greuter, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Iterar — trate as etapas como um ciclo, não uma linha
    Volte a etapas anteriores quando o teste revelar que você enquadrou o problema errado.
    Design Thinking, Passo a Passo
  2. Evite o salto de nível: construa através de cada estágio em vez de pular
    Reconheça quando você está contornando um nível desenvolvimental que ainda tem desafios não resolvidos.
    Dinâmica Espiral, na Prática
  3. Use o GROW em conversas breves de liderança, não apenas em sessões formais de coaching
    Aplique a estrutura GROW a conversas de corredor de 5 minutos e check-ins 1-a-1 — não apenas a sessões de coaching de uma hora.
    O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
  4. O Modelo GROW de Coaching, na Prática
    O modelo GROW é uma estrutura de quatro estágios para uma conversa de coaching. META (GOAL) estabelece o que a pessoa realmente quer; REALIDADE (REALITY) mapeia o que verdadeiramente está acontecendo agora; OPÇÕES (OPTIONS) gera caminhos possíveis antes de julgar qualquer um deles; VONTADE (WILL) converte o caminho escolhido em uma ação específica e comprometida. A sequência importa: cada estágio é pré-requisito para o próximo, e o coach pergunta em vez de aconselhar o tempo todo, para que as respostas — e a propriedade sobre elas — permaneçam com a pessoa sendo orientada. É o modelo de coaching mais usado no coaching executivo e organizacional, geralmente atribuído a Graham Alexander, Alan Fine e Sir John Whitmore, que o popularizaram em Coaching for Performance. Sua base de evidência é sobretudo consenso de praticantes, e não ensaios randomizados — embora os mecanismos individuais que ele encadeia (definição específica de metas, intenções de implementação, contraste mental) sejam, cada um, bem sustentados isoladamente.
  5. Use frameworks MECE comprovados como estruturas iniciais
    Frameworks padrão (árvore de lucro, 4 Ps, Cinco Forças de Porter) são estruturas MECE pré-construídas — use-os em vez de reconstruir do zero.
    Análise de Árvore de Problemas
  6. Dinâmica Espiral, na Prática
    A Dinâmica Espiral, desenvolvida por Don Beck e Chris Cowan a partir da pesquisa de Clare Graves, mapeia valores e visões de mundo humanos como uma espiral desenvolvimental de "vMEMEs" (sistemas de valores) que respondem às condições de vida. Cada nível aborda os desafios adaptativos de seu ambiente e transcende, mas inclui o que veio antes. A teoria é influente em liderança e desenvolvimento organizacional, mas sua base empírica é principalmente a pesquisa clínica/de entrevistas original de Graves; o modelo completo de sequência de estágios não foi rigorosamente testado.
  7. Os Estágios de Desenvolvimento de Equipe de Tuckman
    O modelo de Bruce Tuckman descreve quatro estágios pelos quais toda equipe passa — Formação, Conflito, Normatização e Desempenho — antes de, opcionalmente, chegar ao Encerramento. Os estágios formam um mapa diagnóstico útil para líderes: o atrito em uma equipe nova costuma ser um Conflito normal, não um problema de pessoal.
  8. O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
    O modelo GROW (Goal/Meta, Reality/Realidade, Options/Opções, Will-Way Forward/Vontade-Caminho a Seguir), popularizado pelo livro Coaching for Performance de John Whitmore, é a estrutura de conversa de coaching mais amplamente usada. Funciona sequenciando uma conversa desde a clareza da meta, passando por uma avaliação honesta da realidade, até a geração de opções e o comprometimento — resistindo ao instinto do coach de pular direto para o conselho. A evidência é clínica em vez de vinda de ensaios controlados, embora os princípios subjacentes se conectem a mecanismos psicológicos bem apoiados.
  9. O Modelo Transteórico de Mudança, na Prática
    O Modelo Transteórico (TTM), desenvolvido por Prochaska e DiClemente, propõe que a mudança de comportamento passa por cinco estágios — pré-contemplação, contemplação, preparação, ação e manutenção — e que estratégias eficazes em um estágio muitas vezes têm efeito reverso em outro. O framework de estágios é bem validado; a correspondência prescritiva de intervenções "ajustadas ao estágio" mostra resultados promissores, mas mistos em ensaios clínicos.
  10. Estações da Vida
    O arcabouço de estações da vida trata o desenvolvimento adulto como uma sequência de fases distintas — cada uma com suas próprias exigências naturais, prioridades adequadas e desafios de transição. Apoiado na psicologia do desenvolvimento (Levinson, Erikson, Sheehy) e no trabalho prático de design de vida, argumenta que lutar contra a estação em que você está (fazer trabalho de primavera no outono, ou recusar-se a aceitar uma transição) produz mais sofrimento do que a própria estação.

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