Práticas de coaching para fazer a família entender a diferença entre ajudar e se intrometer
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para fazer a família entender a diferença entre ajudar e se intrometer, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- Desenvolva discrepância entre valores e comportamento
Aponte gentilmente a distância entre o que a pessoa quer e o que está fazendo.
Entrevista Motivacional, de Forma Prática - Use reuniões familiares para resolver problemas juntos
Quando as crianças ajudam a resolver o problema, elas se apropriam da solução — e soluções que elas se apropriam, realmente seguem.
Disciplina Positiva (Jane Nelsen) - Pergunte "Como posso ajudar?" em vez de presumir
Dizer às pessoas como você vai ajudar antes de descobrir que tipo de ajuda elas querem é um dos erros de gestão mais comuns.
O Hábito de Coaching: Sete Perguntas para Ser Mais Coach - Confie na capacidade da pessoa de encontrar seu próprio caminho
Sustente a crença de que ela consegue atravessar isso — não a trate como frágil ou como um problema a administrar.
Acolher o Espaço Emocional - Compartilhe conselhos com permissão (perguntar-oferecer-perguntar)
Pergunte o que a pessoa sabe, ofereça informação com consentimento, depois pergunte o que ela faz disso.
Entrevista Motivacional, de Forma Prática - Use o Plano B: a conversa colaborativa de três passos
Empatize com a preocupação da criança, compartilhe a sua, e convide-a a resolver juntos.
Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene) - Segure o conselho até que a pessoa se sinta ouvida
Resista ao impulso de consertar; a compreensão vem antes de qualquer solução.
Escuta Ativa, na Prática - Ofereça suporte contingente: mais ajuda quando necessário, menos quando não
Calibre a ajuda ao desempenho real do aprendiz momento a momento, em vez de entregar uma dose fixa.
Andaimento: A Arte do Suporte Temporário de Aprendizagem - Mapear a Realidade com investigação curiosa e não julgadora
Construa um retrato preciso e específico da situação atual antes de saltar para soluções.
O Modelo GROW de Coaching, na Prática - Vá da culpa para a contribuição
Pergunte como cada lado contribuiu para a situação em vez de quem é o culpado.
Conversas Difíceis, na Prática
Preocupações relacionadas
- como apoiar alguém sem tentar resolver os problemas por ele
Sustente a crença de que ela consegue atravessar isso — não a trate como frágil ou como um problema a administrar.
Confie na capacidade da pessoa de encontrar seu próprio caminho
- Quando feedforward give positive feedforward
Ao dar feedforward, ofereça duas ideias comportamentais concretas, não elogios ou conselhos abstratos.
Dê feedforward como ideias específicas e acionáveis — não incentivo genérico
- meu enteado descobriu que não sou seu pai biológico — como conduzir esse relacionamento
Empatize com a preocupação da criança, compartilhe a sua, e convide-a a resolver juntos.
Use o Plano B: a conversa colaborativa de três passos
- demência: como lidar com conselhos inúteis dados por pessoas bem-intencionadas a cuidadores
Pergunte o que a pessoa sabe, ofereça informação com consentimento, depois pergunte o que ela faz disso.
Compartilhe conselhos com permissão (perguntar-oferecer-perguntar)
- você quer um conselho ou quer apenas ser ouvido?
Termine de compreender antes de começar a resolver problemas — e pergunte qual das duas é desejada.
Separe a fase de escuta da fase de aconselhamento
- a melhor forma de dizer a uma mãe que quero parar de dar aulas particulares para o filho dela
Calibre a ajuda ao desempenho real do aprendiz momento a momento, em vez de entregar uma dose fixa.
Ofereça suporte contingente: mais ajuda quando necessário, menos quando não
Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.