Práticas de coaching para como gerar ideias

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para como gerar ideias, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Vá primeiro pela quantidade
    Busque um número alto de ideias; as melhores costumam vir mais tarde na lista.
    Pensamento Divergente: Gerando Muitas Ideias
  2. Adiar o julgamento durante a geração
    Gere ideias sem nenhuma crítica, depois avalie numa passagem separada.
    Pensamento Divergente: Gerando Muitas Ideias
  3. Maximize a quantidade de ideias antes de avaliar
    Estabeleça uma meta explícita de quantidade -- gere pelo menos 20 ideias antes de revisar qualquer uma delas.
    O Efeito Medici: Inovação na Interseção
  4. Colher e agrupar ideias após a sessão
    A fase de geração não vale nada sem uma colheita sistemática: classifique, nomeie e priorize a produção.
    Regras de Brainstorming de Osborn, na Prática
  5. Use o SCAMPER e outros estímulos para variar as ideias
    Aplique estímulos estruturados (substituir, combinar, adaptar, modificar etc.) para empurrar as ideias em novas direções.
    Pensamento Divergente: Gerando Muitas Ideias
  6. O veto do óbvio: rejeite as três primeiras ideias antes de manter qualquer uma
    Force-se a gerar mais vetando as primeiras ideias plausíveis — elas quase sempre são as mais óbvias.
    Restrições Deliberadas, na Prática
  7. Quantidade primeiro: gere o maior número possível de ideias antes de avaliar qualquer uma
    A melhor forma de ter uma boa ideia é ter muitas ideias — a originalidade aumenta com o volume, então gere sem restrições antes de selecionar.
    A Mente de Principiante na Prática Criativa
  8. Idear — gere opções antes de julgar
    Produza muitas soluções candidatas, adiando a avaliação até ter quantidade.
    Design Thinking, Passo a Passo
  9. Pensamento Divergente: Gerando Muitas Ideias
    O pensamento divergente é o processo mental de gerar muitas ideias variadas a partir de um único ponto de partida, sem julgá-las inicialmente — o oposto do pensamento convergente, que estreita em direção a uma única resposta correta. O psicólogo J. P. Guilford introduziu a distinção nos anos 1950 como parte do seu modelo de inteligência, e ela costuma ser descrita ao longo de quatro dimensões: fluência (quantas ideias), flexibilidade (quantas categorias diferentes), originalidade (quão incomum) e elaboração (quão desenvolvida). Suspender o julgamento durante a fase de geração é o núcleo definitório, não uma preferência de estilo: uma ideia avaliada no momento em que surge raramente sobrevive tempo suficiente para levar a algum lugar. O princípio prático mais confiável que decorre disso é separar a geração de ideias da avaliação em duas passagens deliberadas. Uma ressalva honesta: o brainstorming tradicional em grupo costuma ter desempenho inferior ao das mesmas pessoas trabalhando sozinhas e reunindo ideias depois, devido a uma perda de produtividade documentada.
  10. Separe as sessões de divergência e convergência
    Mantenha a geração de ideias e a seleção de ideias em sessões separadas — nunca misture os modos.
    Quantidade Sobre Qualidade: Como Mais Rascunhos Produzem Trabalho Melhor

Preocupações relacionadas

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