Práticas de coaching para modelo processual de James Gross

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para modelo processual de James Gross, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. O Modelo GROW de Coaching, na Prática
    O modelo GROW é uma estrutura de quatro estágios para uma conversa de coaching. META (GOAL) estabelece o que a pessoa realmente quer; REALIDADE (REALITY) mapeia o que verdadeiramente está acontecendo agora; OPÇÕES (OPTIONS) gera caminhos possíveis antes de julgar qualquer um deles; VONTADE (WILL) converte o caminho escolhido em uma ação específica e comprometida. A sequência importa: cada estágio é pré-requisito para o próximo, e o coach pergunta em vez de aconselhar o tempo todo, para que as respostas — e a propriedade sobre elas — permaneçam com a pessoa sendo orientada. É o modelo de coaching mais usado no coaching executivo e organizacional, geralmente atribuído a Graham Alexander, Alan Fine e Sir John Whitmore, que o popularizaram em Coaching for Performance. Sua base de evidência é sobretudo consenso de praticantes, e não ensaios randomizados — embora os mecanismos individuais que ele encadeia (definição específica de metas, intenções de implementação, contraste mental) sejam, cada um, bem sustentados isoladamente.
  2. O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
    O modelo GROW (Goal/Meta, Reality/Realidade, Options/Opções, Will-Way Forward/Vontade-Caminho a Seguir), popularizado pelo livro Coaching for Performance de John Whitmore, é a estrutura de conversa de coaching mais amplamente usada. Funciona sequenciando uma conversa desde a clareza da meta, passando por uma avaliação honesta da realidade, até a geração de opções e o comprometimento — resistindo ao instinto do coach de pular direto para o conselho. A evidência é clínica em vez de vinda de ensaios controlados, embora os princípios subjacentes se conectem a mecanismos psicológicos bem apoiados.
  3. O Modelo de Processo Duplo do Luto, na Prática
    O Modelo de Processo Duplo (DPM), desenvolvido por Margaret Stroebe e Henk Schut, descreve o luto saudável como oscilação entre duas orientações: orientada à perda (engajar com a dor de perder a pessoa) e orientada à restauração (atender aos desafios práticos e de identidade da vida sem ela). O modelo é bem conceituado na pesquisa sobre luto e oferece um quadro para entender por que fazer pausas no luto é saudável, não uma evitação.
  4. Mantenha uma alta proporção de perguntas em relação a afirmações ao longo do GROW
    Faça perguntas com muito mais frequência do que ofereça afirmações — o pensamento do coachee é o produto.
    O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
  5. Aumente a consciência e construa a responsabilidade simultaneamente
    Ajude a pessoa a ver sua situação mais claramente enquanto também a conecta ao pertencimento dela.
    O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
  6. O Modelo de Comportamento de Fogg, na Prática
    O Modelo de Comportamento de Fogg é B = MAP: um comportamento acontece apenas quando Motivação, Capacidade e um Gatilho chegam ao mesmo momento. Se um comportamento não está acontecendo, pelo menos um dos três está faltando — e qual deles diz o que mudar, porque alta motivação não pode compensar um comportamento que é muito difícil, e um gatilho perfeito não aciona nada se a motivação e a capacidade estiverem ausentes. BJ Fogg desenvolveu o modelo no Stanford Behavior Design Lab; ele é amplamente usado em design de produto, saúde pública e coaching de comportamento. O quadro é diagnóstico: em vez de conclur 'não tenho força de vontade suficiente', ele pergunta 'qual dos três elementos está faltando?', o que frequentemente revela que o problema é de design, não de caráter.
  7. Use uma meta de processo como âncora de atenção durante a performance
    Converta sua meta de processo mais importante em uma única pista de atenção que roda durante a performance.
    Metas de Processo vs. Metas de Resultado no Esporte e na Performance
  8. Gere Opções — explore toda a gama de possibilidades antes de se comprometer
    Convide a pessoa a gerar o máximo de opções possível antes de avaliar qualquer uma delas.
    O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
  9. Desenvolver leitura holística de situações
    Praticar lendo situações como um todo em vez de analisando-as em componentes — isso é o que distingue o proficiente do competente.
    O Modelo de Dreyfus: Cinco Estágios do Novato ao Especialista
  10. Estude modelos de desempenho excelente para construir uma representação do alvo
    Absorva em detalhe concreto como é o desempenho de elite antes de tentar produzi-lo.
    Representações Mentais: O Mapa Interno do Especialista

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