Práticas de coaching para quando o dicotomia de controle desacoplar eu valor de resultados
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para quando o dicotomia de controle desacoplar eu valor de resultados, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- Desvincule o autovalor dos resultados que você não pode controlar
Seu valor como pessoa não está em jogo em situações onde os resultados dependem de fatores externos.
A Dicotomia do Controle: A Lição Central de Epicteto - Reenquadre o fracasso como informação, não veredito
Construa uma regra pessoal: "tive um dado" substitui "eu falhei" depois de toda tentativa que não deu certo.
Confiança Criativa, na Prática - Trate o fracasso como dado, não como veredito
Um experimento que fracassa mas ensina algo é um experimento bem-sucedido.
Pequenos Experimentos: Testando a Mudança Sem se Comprometer com Ela - Trate os contratempos como informação, não como identidade
Leia o fracasso como retorno sobre a abordagem, não como um veredito sobre você.
Mentalidade de Crescimento: A Versão Honesta - Separe competência de desempenho
Um resultado abaixo do seu padrão não prova retroativamente que você é incompetente — aprenda a mantê-los como coisas distintas.
Fenômeno do Impostor, na Prática - Reformule o feedback de resultado para processo
Depois de qualquer resultado — bom ou ruim — pergunte "o que eu fiz bem?" antes de "como foi?"
O Ciclo Confiança–Competência - Invoque o eu possível durante contratempos
Quando você fracassa ou estaciona, retorne ao eu esperançoso — não à meta de resultado — como sua âncora reorientadora.
Eus Possíveis, na Prática - Afirme um valor diferente depois de um fracasso
Quando você falha em uma área, invista ativamente em um domínio onde sabe que contribui.
Teoria da Autoafirmação, na Prática - Reformule o veredito do crítico como dado, não identidade
Quando o crítico diz "você falhou", redirecione para "o que posso aprender?" — uma pergunta específica, não uma exortação animadora.
Trabalhando com seu Crítico Interior - Reformule o desempenho como informação de processo, não um veredito
Quando o fracasso é informação em vez de veredito, não há nada para o handicap proteger.
Autossabotagem (Self-Handicapping): Reconhecendo e Interrompendo a Criação de Desculpas
Preocupações relacionadas
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Quando você fracassa ou estaciona, retorne ao eu esperançoso — não à meta de resultado — como sua âncora reorientadora.
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Quando o crítico diz "você falhou", redirecione para "o que posso aprender?" — uma pergunta específica, não uma exortação animadora.
- fracasso como dado, não como identidade
Quando você fracassa ou estaciona, retorne ao eu esperançoso — não à meta de resultado — como sua âncora reorientadora.
- quando possible selves possible eu em difficulty
Quando você fracassa ou estaciona, retorne ao eu esperançoso — não à meta de resultado — como sua âncora reorientadora.
- confiança criativa após um revés
Depois de qualquer resultado — bom ou ruim — pergunte "o que eu fiz bem?" antes de "como foi?"
Reformule o feedback de resultado para processo
Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.