Superando a Síndrome do Impostor, na Prática

O padrão, as práticas e uma leitura honesta do que a evidência consegue e não consegue mostrar

O que é a síndrome do impostor, e como superá-la?

A síndrome do impostor, descrita pela primeira vez pelas psicólogas Pauline Clance e Suzanne Imes, é a sensação persistente de ser uma fraude apesar de evidências reais de competência, junto com o medo de ser exposto. O fenômeno é amplamente relatado e a experiência é real, mas é um padrão descrito, não um diagnóstico formal, e a evidência rigorosa para curas específicas ainda é limitada.

Os sentimentos de impostor tendem a crescer, não diminuir, com o sucesso — e é exatamente por isso que trabalhar mais raramente resolve. As medidas úteis focam na interpretação da sua competência, não na competência em si. Abaixo estão práticas para isso, cada uma com o mecanismo que a faz funcionar e uma leitura honesta da evidência, que é mais tênue do que a popularidade do tema sugere.

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