Práticas de coaching para ajudar uma criança que entra em pânico e foge só de ouvir falar em médico
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para ajudar uma criança que entra em pânico e foge só de ouvir falar em médico, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- Identifique e reduza comportamentos de segurança
Note as coisas que você faz para prevenir a catástrofe durante o pânico — e experimente abandoná-las.
O Modelo do Pânico de Clark, na Prática - Permaneça na situação durante todo o arco
Saia só depois que a crise tiver atingido o pico e começado a diminuir — não no meio, não importa quão forte seja o impulso.
Surfando o Pânico - Permaneça na situação até a ansiedade cair
Permaneça na situação temida tempo suficiente para a angústia cair — sair cedo demais ensina a lição errada.
A Escada do Medo: Exposição Gradual na Prática - Escaneamento corporal pós-indução para observar sem catastrofizar
Depois de induzir sensações, escaneie o corpo com curiosidade, não alarme.
Exposição Interoceptiva para o Pânico - Exposição interoceptiva: induza deliberadamente as sensações temidas
Reproduza as sensações físicas do pânico de forma segura e controlada para quebrar o vínculo entre sensação e medo.
O Modelo do Pânico de Clark, na Prática - Nomear para domar: conte a história do sentimento grande
Ajude a criança a narrar o que aconteceu e como se sentiu — contar histórias é integração cerebral.
A Criança e o Cérebro (Siegel & Bryson) - Abandone gradualmente os comportamentos de segurança
Comportamentos de segurança (um celular, um acompanhante, um remédio) reduzem a angústia no momento, mas impedem o aprendizado que a exposição pretende produzir.
A Escada do Medo: Exposição Gradual na Prática - Abandone os comportamentos de segurança
Solte as pequenas evitações e muletas que você usa para se sentir "seguro" da ansiedade.
A Resposta DARE para a Ansiedade, na Prática - Identifique a interpretação catastrófica
Nomeie exatamente qual sensação corporal você está sentindo e exatamente o que teme que ela signifique.
O Modelo do Pânico de Clark, na Prática - Exposição interoceptiva para sensações físicas de ansiedade
Produza deliberadamente sensações corporais temidas (coração acelerado, tontura) para aprender que são toleráveis.
Terapia de Exposição: Enfrentar Medos Para Reduzi-los
Preocupações relacionadas
- aceitação durante ataques de pânico
Depois de induzir sensações, escaneie o corpo com curiosidade, não alarme.
Escaneamento corporal pós-indução para observar sem catastrofizar
- permitir os sentimentos de pânico
Reproduza as sensações físicas do pânico de forma segura e controlada para quebrar o vínculo entre sensação e medo.
Exposição interoceptiva: induza deliberadamente as sensações temidas
- terapia cognitiva para segurança no pânico
Note as coisas que você faz para prevenir a catástrofe durante o pânico — e experimente abandoná-las.
Identifique e reduza comportamentos de segurança
- como interromper um ataque de pânico por meio de estratégias cognitivas
Observe as sensações com curiosidade neutra em vez de se distrair delas — a curiosidade interrompe a avaliação de ameaça.
Use rastreamento somático em vez de distração
- permitir as sensações de pânico
Reproduza as sensações físicas do pânico de forma segura e controlada para quebrar o vínculo entre sensação e medo.
- explicações alternativas para o pânico
Liste todas as outras coisas que poderiam plausivelmente causar a sensação que você está sentindo.
Gere explicações alternativas e benignas para a sensação
Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.