Práticas de coaching para quarta ordem de Kegan
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para quarta ordem de Kegan, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- Pratique a tomada de perspectiva de terceira ordem
Saia de seus relacionamentos e papéis sociais para vê-los como uma perspectiva, não como sua identidade.
A Teoria Sujeito-Objeto de Kegan, de Forma Prática - Desenvolva sua própria bússola para decisões
Construa um sistema de valores pessoal que guie decisões independentemente da aprovação social.
A Teoria Sujeito-Objeto de Kegan, de Forma Prática - A Teoria Sujeito-Objeto de Kegan, de Forma Prática
A teoria sujeito-objeto de Robert Kegan sustenta que o desenvolvimento adulto é uma série de mudanças no que você está "sujeito a" (dominado por, incapaz de ver) versus o que você consegue segurar como "objeto" (observar e refletir sobre). Cada ordem de desenvolvimento expande o que você consegue ver sobre si mesmo e sobre os outros, e as práticas que apoiam essas transições — investigação reflexiva, tomada de perspectiva, mapeamento de imunidade — têm fundamentação clínica, embora a teoria dos estágios em si se baseie principalmente em pesquisa observacional e de entrevistas. - As 4 Disciplinas da Execução (4DX)
As 4 Disciplinas da Execução (McChesney, Covey & Huling) é uma estrutura organizacional de estratégia construída em torno de quatro práticas, em ordem: (1) Foco no Extraordinariamente Importante — nomeie uma ou duas metas que importam mais do que todo o resto, escritas como "mover X de Y para Z até [data]"; (2) Aja sobre os Indicadores-Guia — acompanhe os comportamentos semanais preditivos que você controla, em vez do resultado atrasado que só é possível observar depois do fato; (3) Mantenha um Placar Envolvente — um painel simples e sempre visível que qualquer pessoa consegue ler em cinco segundos para saber se está vencendo; e (4) Crie uma Cadência de Responsabilização — uma sessão semanal curta e fixa em que cada pessoa relata o compromisso da semana passada e assume o próximo. Todo o desenho existe para neutralizar o que os autores chamam de "redemoinho": a urgência operacional do dia a dia que consistentemente atropela o trabalho estratégico. A evidência é principalmente feita de estudos de caso organizacionais e dados observacionais; ensaios controlados sobre a estrutura como um todo são limitados, mas os componentes individuais (intenções de implementação, ciclos de retorno, responsabilização social) têm respaldo de pesquisa mais amplo. - Mantenha um diário de decisões de segunda ordem
Registre os efeitos posteriores que você previu, depois confira-os mais tarde.
Pensamento de Segunda Ordem: E Depois, o Quê? - Pergunte "e depois, o quê?" três vezes
Não pare na primeira consequência — siga a cadeia por pelo menos mais duas etapas.
Pensamento de Segunda Ordem: E Depois, o Quê? - Pensamento de Segunda Ordem: E Depois, o Quê?
O pensamento de segunda ordem, disciplina associada ao investidor Howard Marks, significa rastrear as consequências das suas consequências — perguntar "e depois, o quê?" além do resultado imediato, chegando às reações, efeitos colaterais e retornos que se seguem. É uma heurística de raciocínio, não uma intervenção testada por ensaios, mas contraria o viés humano bem documentado de julgar uma escolha apenas pelo seu primeiro resultado, mais visível. - Antecipe as reações dos outros
Efeitos de segunda ordem costumam vir de como as pessoas respondem ao seu primeiro movimento.
Pensamento de Segunda Ordem: E Depois, o Quê? - Faça uma auditoria sujeito-objeto
Identifique o que atualmente te domina sem sua consciência versus o que você consegue observar e questionar.
A Teoria Sujeito-Objeto de Kegan, de Forma Prática - Rode o ciclo até ficar suave
Repita explicar–diagnosticar–reaprender até conseguir explicar o todo sem travas.
A Técnica de Feynman, Passo a Passo
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O pensamento de segunda ordem, disciplina associada ao investidor Howard Marks, significa rastrear as consequências das suas consequências — perguntar "e depois, o quê?" além do resultado imediato, chegando às reações, efeitos colaterais e retornos que se seguem. É uma heurística de raciocínio, não uma intervenção testada por ensaios, mas contraria o viés humano bem documentado de julgar uma escolha apenas pelo seu primeiro resultado, mais visível.
Pensamento de Segunda Ordem: E Depois, o Quê?
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A teoria sujeito-objeto de Robert Kegan sustenta que o desenvolvimento adulto é uma série de mudanças no que você está "sujeito a" (dominado por, incapaz de ver) versus o que você consegue segurar como "objeto" (observar e refletir sobre). Cada ordem de desenvolvimento expande o que você consegue ver sobre si mesmo e sobre os outros, e as práticas que apoiam essas transições — investigação reflexiva, tomada de perspectiva, mapeamento de imunidade — têm fundamentação clínica, embora a teoria dos estágios em si se baseie principalmente em pesquisa observacional e de entrevistas.
A Teoria Sujeito-Objeto de Kegan, de Forma Prática
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A teoria sujeito-objeto de Robert Kegan sustenta que o desenvolvimento adulto é uma série de mudanças no que você está "sujeito a" (dominado por, incapaz de ver) versus o que você consegue segurar como "objeto" (observar e refletir sobre). Cada ordem de desenvolvimento expande o que você consegue ver sobre si mesmo e sobre os outros, e as práticas que apoiam essas transições — investigação reflexiva, tomada de perspectiva, mapeamento de imunidade — têm fundamentação clínica, embora a teoria dos estágios em si se baseie principalmente em pesquisa observacional e de entrevistas.
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