Práticas de coaching para medir o comportamento, não o resultado
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para medir o comportamento, não o resultado, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- Escolha uma métrica comportamental, não uma métrica de resultado
Meça o que você faz, não o que resulta — métricas comportamentais são mais rápidas, mais acionáveis e mais motivadoras.
Ciclos de Feedback e Mudança de Comportamento - Rastreie comportamentos-guia, não resultados retardados
Rastreie o que você faz (refeições registradas, minutos caminhados, palavras escritas), não os resultados (peso, condicionamento, capítulos concluídos).
Automonitoramento, na Prática - Instale ciclos de feedback para acompanhar o comportamento e ajustar
Meça o comportamento diretamente e use os dados para atualizar sua intervenção, não apenas sua motivação.
O Modelo COM-B e a Roda da Mudança de Comportamento - Acompanhe metas de desempenho com métricas quantitativas
Meça o progresso em direção a metas de desempenho com números que você coleta, não impressões.
Metas de Processo, na Prática - Rastreie a ação, não o resultado
Registre o comportamento que você controla (treinos feitos) em vez do resultado que você não controla (peso perdido).
Rastreamento de Hábitos - Acompanhe metas de performance contra sua própria linha de base, não contra outros
Meça seu progresso em relação ao seu padrão pessoal, não ao concorrente ou ao ranking.
Metas de Processo vs. Metas de Resultado no Esporte e na Performance - Acompanhe o progresso de maestria, não só os resultados (pilar da realização)
Meça seu crescimento em capacidade ao longo do tempo, não apenas se você atingiu suas metas.
O Modelo PERMA de Seligman, na Prática - Identifique e aja sobre os indicadores-guia
Concentre o comportamento diário nos indicadores-guia — as ações preditivas que você controla — e não nos indicadores de resultado que você só consegue observar.
As 4 Disciplinas da Execução (4DX) - Defina sucesso por crescimento e contribuição, não pela contagem de pontos
Deslocar a métrica de sucesso de listas de conquistas para crescimento pessoal e impacto muda o que você otimiza — geralmente para melhor.
Vida Sem Metas: Quando o Processo Vence o Destino - Compare periodicamente suas autoavaliações com dados objetivos
As pessoas sistematicamente descalibram o automonitoramento — verificações objetivas periódicas corrigem o desvio.
Automonitoramento, na Prática
Preocupações relacionadas
- medir resultados, não atividade
Acompanhe se você alcançou o resultado, não se você estava ocupado — as duas coisas não são a mesma.
Meça resultados, não atividade
- avaliar o desempenho e não apenas os resultados
Avalie quão bem você executou suas metas de processo independentemente de ter vencido ou perdido.
Revise a execução de metas de processo separadamente dos resultados depois de cada desempenho
- medidas antecedentes versus medidas consequentes
Um indicador-guia é um comportamento que você controla nesta semana; um indicador de resultado é o efeito que ele produz. Acompanhe os dois e você enxerga o desvio cedo, em vez de tarde.
Indicador-guia versus indicador de resultado: acompanhe os dois semanalmente
- métricas de desempenho no treinamento
Meça o progresso em direção a metas de desempenho com números que você coleta, não impressões.
Acompanhe metas de desempenho com métricas quantitativas
- métrica comportamental
Meça o que você faz, não o que resulta — métricas comportamentais são mais rápidas, mais acionáveis e mais motivadoras.
Escolha uma métrica comportamental, não uma métrica de resultado
- métricas de metas
Vincule de dois a quatro indicadores rígidos que provem que o Objetivo foi de fato alcançado.
Defina Resultados-Chave mensuráveis
Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.