Magnésio e Ansiedade na Prática

O mecanismo NMDA, o problema da deficiência e as decisões práticas sobre suplementação

A deficiência de magnésio pode causar ansiedade?

O magnésio é um cofator em mais de 300 reações enzimáticas e age como um antagonista natural do receptor NMDA, amortecendo a sinalização excitatória impulsionada pelo glutamato. Uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados descobriu que a suplementação de magnésio está associada a reduções na ansiedade leve; o ensaio clínico de Emily Tarleton encontrou melhoras significativas nos escores de depressão e ansiedade com 248 mg de magnésio elementar por dia. Os efeitos parecem significativos quando a ingestão dietética é genuinamente baixa, o que é comum nas dietas ocidentais. A suplementação não é um tratamento para transtornos de ansiedade, mas corrigir uma deficiência genuína vale a pena considerar.

O magnésio está entre as deficiências dietéticas mais comuns nas populações ocidentais — pesquisas sugerem que até 50% dos adultos nos EUA não atingem a ingestão diária recomendada. O sistema nervoso depende particularmente de magnésio: ele modula os receptores de glutamato NMDA (uma via chave da ansiedade), regula a resposta do eixo HPA ao estresse e sustenta a síntese de GABA. O ensaio clínico randomizado de Emily Tarleton na Universidade de Vermont encontrou melhoras clinicamente significativas em depressão e ansiedade com suplementação dietética de magnésio em adultos com sintomas leves a moderados. Aqui estão as práticas que traduzem isso em decisões diárias.

Práticas

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