Desenvolver curiosidade genuína pelo eu ideal do seu parceiro
Invista em conhecer quem seu parceiro quer se tornar — não quem ele era ou quem você quer que ele seja.
Why it works
O efeito Michelangelo depende de conhecimento preciso do eu ideal do parceiro. Parceiros que conhecem as aspirações um do outro conseguem ajustar sua confirmação comportamental em direção ao ideal real, em vez da sua suposição sobre ele. A maioria dos parceiros de longo prazo opera a partir de um mapa de quem o parceiro era dois ou cinco anos atrás, e não de quem ele está se tornando — o que produz confirmação comportamental de um eu que o parceiro já superou.
How to do it
- Uma vez por trimestre, faça ao seu parceiro uma pergunta aberta sobre quem ele está trabalhando para se tornar: "Que qualidades você está mais tentando desenvolver agora?"
- Escute sem inserir sua própria visão do que ele deveria desenvolver.
- Atualize seu mapa interno: isso é uma mudança em relação ao que ele disse no último trimestre?
- Reflita de volta o que você ouviu: "Então a coisa que mais importa para você agora é…"
- Encontre uma forma específica de se comportar em direção à versão atualizada — não à anterior — do eu ideal do seu parceiro.
Evidência
O conceito de Mapas de Amor de Gottman — conhecimento detalhado do mundo interior do parceiro — é um dos preditores mais robustos da qualidade do relacionamento em sua pesquisa longitudinal. A pesquisa Michelangelo acrescenta a dimensão específica do conhecimento do eu ideal. (observational)
Mapas de Amor e conhecimento do eu ideal são construtos relacionados, mas não idênticos; a evidência de um não se transfere totalmente para o outro.
Fontes
- Gottman (1999), The Seven Principles for Making Marriage Work
Erro comum
Assumir que o eu ideal do seu parceiro não mudou desde que você o conheceu pela primeira vez — as aspirações das pessoas evoluem substancialmente ao longo dos anos, e mapas desatualizados produzem confirmação desatualizada.
Pratique isso com IX Coach
More practices for O Fenômeno Michelangelo: Como Parceiros se Esculpem Mutuamente
- Mapear seu eu ideal explicitamente
Articule especificamente quem é seu eu ideal — a pessoa em direção à qual você está trabalhando — para que seu parceiro possa esculpir na direção certa, em vez de adivinhar.
- Auditoria de confirmação comportamental: como você está tratando seu parceiro?
Examine regularmente se seu comportamento diário em relação ao seu parceiro confirma o eu ideal dele ou o eu não ideal.
- Acompanhar o movimento em direção ao eu ideal
Meça seu progresso em direção ao seu eu ideal ao longo do tempo — não apenas a satisfação com o relacionamento.
- Pedir explicitamente ao seu parceiro que o trate como seu eu ideal
Nomeie uma qualidade do seu eu ideal e peça ao seu parceiro que o trate como se você já a tivesse.
- Evitar a confirmação anti-ideal: a escultura que prejudica
Identifique as formas pelas quais você rotineiramente trata seu parceiro como seu eu não ideal (o pior), e pare.
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