Práticas de coaching para confiança self 2 gallwey

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para confiança self 2 gallwey, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Estenda confiança deliberadamente para convidá-la
    Confie nos outros primeiro, de formas delimitadas, antes que tenham conquistado cada dimensão — é assim que a confiança se constrói.
    O Triângulo da Confiança
  2. O Jogo Interior: Silenciando o Self 1
    O "jogo interior" é o termo de Timothy Gallwey, de O Jogo Interior do Tênis (1974), para a disputa que acontece dentro da própria cabeça de quem executa — em contraste com o jogo exterior, disputado contra um adversário, um relógio ou uma tarefa. A afirmação dele é que o adversário interior costuma ser o mais difícil dos dois. Gallwey nomeia dois atores nessa disputa. O Self 1 é a voz verbal, julgadora e instrutiva que narra e corrige: "mantenha o cotovelo para cima", "não vá estragar isso". O Self 2 é o corpo e sua inteligência de aprendizado não verbal, que já sabe muito mais do que o Self 1 consegue articular. A proposta central é contraintuitiva: o desempenho melhora menos por se esforçar mais e mais por reduzir a interferência do Self 1 para que o Self 2 possa operar — o que Gallwey resumiu como desempenho é igual a potencial menos interferência. O modelo é uma estrutura de praticante e é creditado por ter semeado boa parte da profissão de coaching moderna; a evidência de ensaios controlados para o modelo tal como formulado é limitada, embora os mecanismos subjacentes estejam alinhados com pesquisas sobre bloqueio sob pressão, monitoramento explícito e foco atencional.
  3. A prática de viver conscientemente
    Traga consciência ao que você está fazendo e vendo, em vez de agir no piloto automático ou na evitação.
    Os Seis Pilares da Autoestima, na Prática
  4. A Equação da Confiança na Prática
    A Equação da Confiança (Maister, Green e Galford) sustenta que confiabilidade = (credibilidade + confiabilidade de conduta + intimidade) ÷ autoorientação. O modelo é um referencial de prática, não uma teoria rigorosamente testada, mas nomeia com utilidade as alavancas — especialmente a autoorientação, o maior destruidor de confiança que a maioria dos líderes ignora.
  5. Confiança por manter promessas a si mesmo
    Aparecer de forma confiável constrói autoconfiança independente de como cada sessão foi.
    Treinamento de Força para Confiança
  6. Substitua o monólogo do crítico por uma autoconversa compassiva
    Fale consigo mesmo da forma como falaria com um amigo próximo na mesma situação.
    Trabalhando com seu Crítico Interior
  7. Caleje sua mente por meio de coisas difíceis voluntárias
    Fazer deliberadamente coisas difíceis — além do seu conforto atual — constrói o calo mental que os momentos difíceis exigem.
    O Espelho da Responsabilidade: A Prática de Honestidade Radical de David Goggins
  8. Desenvolva sua própria bússola para decisões
    Construa um sistema de valores pessoal que guie decisões independentemente da aprovação social.
    A Teoria Sujeito-Objeto de Kegan, de Forma Prática
  9. Baixe a guarda para elevar a pontuação de intimidade
    Compartilhar algo real sobre você faz os outros se sentirem mais seguros para compartilhar algo real com você.
    A Equação da Confiança na Prática
  10. Audite e reduza sua autoorientação
    A autoorientação é o denominador: um pequeno aumento nela anula os ganhos nas três variáveis do numerador.
    A Equação da Confiança na Prática

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