Práticas de coaching para por que we judge outros harshly

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para por que we judge outros harshly, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Estenda a mesma generosidade para dentro
    A leitura caridosa também vale para o seu próprio comportamento — e recusá-la para si mesmo alimenta a dureza com os outros.
    Interpretação Generosa
  2. Lembre-se do que você não pode ver
    Você está reagindo a uma fatia do comportamento dela sem nenhuma visão das pressões por trás.
    Interpretação Generosa
  3. Perceba o erro de atribuição
    Note quando você está explicando o comportamento de alguém pelo caráter dela em vez de pela situação.
    Interpretação Generosa
  4. Aceitação incondicional do outro: aplicando-a a outras pessoas, não apenas a si mesmo
    A aceitação incondicional funciona nas duas direções — aplique a mesma lógica antiavaliação a outras pessoas, separando o que fizeram de quem são.
    Aceitação Incondicional de Si Mesmo
  5. Aplique a navalha a si mesmo
    Estenda às suas próprias ações passadas a mesma interpretação caridosa que oferece aos outros.
    A Navalha de Hanlon: Nunca Atribua à Malícia o que a Estupidez Explica
  6. Capturando o dano antes que ele chegue à fala
    Perceba comentários internos agressivos ou condenatórios e nomeie-os antes que moldem o que você diz.
    Ahimsa: Não-Violência como Prática Diária
  7. Assuma caridade atribucional para o comportamento dos outros
    Quando alguém age de um jeito que parece errado, gere primeiro uma explicação situacional antes de uma disposicional.
    Realismo Ingênuo: Por Que Todo Mundo Acha Que Vê as Coisas Como Elas São
  8. Fique curioso sobre o sentimento, não crítico
    Pergunte "o que é essa emoção e do que ela trata?" em vez de "por que estou sentindo isso de novo?"
    Granularidade Emocional: Precisão como Habilidade de Regulação
  9. Julgamentos de Aprendizagem: Por Que Você Julga Mal o Que Aprendeu
    Julgamentos de aprendizagem (JOLs, na sigla em inglês) são previsões feitas no momento sobre o quão bem uma informação será lembrada depois. A pesquisa de Thomas Nelson mostrou que os JOLs costumam ser imprecisos — enviesados para cima pela fluência de processamento atual — fazendo com que os aprendizes declarem itens "aprendidos" prematuramente e estudem de menos um material que depois vão esquecer. JOLs atrasados e verificações baseadas em recuperação produzem previsões mais precisas e melhor alocação do tempo de estudo.
  10. Autobondade sobre autojulgamento
    Responda aos seus próprios erros com calor humano e compreensão em vez de crítica dura.
    Autocompaixão, na Prática

Preocupações relacionadas

Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.

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