Use o paradoxo da foto: fotografe seletivamente ou nem um pouco

Decida antes de uma experiência se você está lá para fotografá-la ou vivê-la — tentar fazer as duas coisas geralmente não produz nenhuma bem.

Why it works

Pesquisas sobre fotografia e memória mostram que capturar imagens pode prejudicar a codificação da experiência na memória episódica ao transferir a atenção da experiência para o comportamento de captura. O cérebro trata a foto como o armazenamento da memória, reduzindo seu próprio engajamento. No entanto, a fotografia seletiva com atenção intencional pode melhorar a memória para objetos fotografados — a distinção chave é engajamento consciente versus documentação automática.

How to do it

  1. Antes de eventos que você quer saborear, decida com antecedência: presença total (sem fotografia) ou fotografia intencional (uma ou duas imagens, conscientemente escolhidas).
  2. Se fotografar, tire a imagem, depois guarde o celular e volte à presença.
  3. Evite fotografar ou gravar vídeo continuamente — esses modos mudam o cérebro para observador-do-evento em vez de participante-no-evento.

Evidência

Henkel (2014) descobriu que fotografar objetos em um museu levou a pior memória para esses objetos em comparação com atendê-los sem fotografar — o 'efeito de prejuízo da tomada de fotos'. Pesquisas subsequentes descobriram que fotografia focada com atenção intencional não prejudicou a memória. (rct)

O efeito de prejuízo foi replicado, mas com nuance: o prejuízo depende de como a fotografia é feita. Fotografia deliberada com atenção pode não produzir prejuízo.

Fontes

  • Henkel (2014), "Point-and-shoot memories: The influence of taking photos on memory for a museum tour," Psychological Science

Erro comum

Filmar um show ou jantar inteiro continuamente, o que significa que você experimentou todo o evento por trás de uma tela e tem filmagem que raramente assistirá.

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