Práticas de coaching para meta no modelo GROW
Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para meta no modelo GROW, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.
Práticas que podem ajudar
- O Modelo GROW de Coaching, na Prática
O modelo GROW é uma estrutura de quatro estágios para uma conversa de coaching. META (GOAL) estabelece o que a pessoa realmente quer; REALIDADE (REALITY) mapeia o que verdadeiramente está acontecendo agora; OPÇÕES (OPTIONS) gera caminhos possíveis antes de julgar qualquer um deles; VONTADE (WILL) converte o caminho escolhido em uma ação específica e comprometida. A sequência importa: cada estágio é pré-requisito para o próximo, e o coach pergunta em vez de aconselhar o tempo todo, para que as respostas — e a propriedade sobre elas — permaneçam com a pessoa sendo orientada. É o modelo de coaching mais usado no coaching executivo e organizacional, geralmente atribuído a Graham Alexander, Alan Fine e Sir John Whitmore, que o popularizaram em Coaching for Performance. Sua base de evidência é sobretudo consenso de praticantes, e não ensaios randomizados — embora os mecanismos individuais que ele encadeia (definição específica de metas, intenções de implementação, contraste mental) sejam, cada um, bem sustentados isoladamente. - O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas
O modelo GROW (Goal/Meta, Reality/Realidade, Options/Opções, Will-Way Forward/Vontade-Caminho a Seguir), popularizado pelo livro Coaching for Performance de John Whitmore, é a estrutura de conversa de coaching mais amplamente usada. Funciona sequenciando uma conversa desde a clareza da meta, passando por uma avaliação honesta da realidade, até a geração de opções e o comprometimento — resistindo ao instinto do coach de pular direto para o conselho. A evidência é clínica em vez de vinda de ensaios controlados, embora os princípios subjacentes se conectem a mecanismos psicológicos bem apoiados. - Esclarecer a Meta com precisão
Estabeleça exatamente o que a pessoa quer alcançar — não o tema apresentado, mas o resultado específico e assumido.
O Modelo GROW de Coaching, na Prática - Defina a Meta — estabeleça para que serve a conversa
Comece toda conversa de coaching esclarecendo o que a pessoa quer alcançar nesta sessão.
O Modelo GROW: Conversas de Coaching Que Realmente Movem as Pessoas - Torne o ponto final concreto e contável
Uma linha de chegada claramente definida dispara o gradiente de objetivo; uma meta vaga não consegue ativar a aceleração de proximidade.
O Efeito do Gradiente de Objetivo: Por Que Chegar Perto Acelera Você - Redefina seu ponto de referência quando uma meta empacar
Se uma meta parece impossivelmente distante, encolha o escopo temporariamente para restaurar a sensação de proximidade.
O Efeito do Gradiente de Objetivo: Por Que Chegar Perto Acelera Você - Torne as metas ambiciosas específicas, não apenas grandes
Uma meta ambiciosa precisa ser específica e mensurável para acionar os mecanismos que a fazem funcionar.
Metas Ambiciosas: Quando Objetivos Audaciosos Ajudam e Quando Prejudicam - Construa uma hierarquia de metas em três níveis
Combine metas de resultado (direção), metas de performance (referências) e metas de processo (foco momento a momento) em uma única estrutura.
Metas de Processo vs. Metas de Resultado no Esporte e na Performance - Use metas de aprendizado em vez de metas de desempenho em tarefas novas
Quando a habilidade é nova, uma meta de "descobrir como fazer X" supera "alcançar X até a data".
Metas Ambiciosas: Quando Objetivos Audaciosos Ajudam e Quando Prejudicam - Defina objetivos que se constroem sobre suas forças de assinatura
Projete objetivos que deixem suas principais forças serem o veículo primário em vez dos seus pontos fracos.
Forças de Caráter VIA, na Prática
Preocupações relacionadas
- estrutura de coaching para alcançar metas
Estabeleça exatamente o que a pessoa quer alcançar — não o tema apresentado, mas o resultado específico e assumido.
Esclarecer a Meta com precisão
- etapa de definição de metas no modelo GROW
O modelo GROW é uma estrutura de quatro estágios para uma conversa de coaching. META (GOAL) estabelece o que a pessoa realmente quer; REALIDADE (REALITY) mapeia o que verdadeiramente está acontecendo agora; OPÇÕES (OPTIONS) gera caminhos possíveis antes de julgar qualquer um deles; VONTADE (WILL) converte o caminho escolhido em uma ação específica e comprometida. A sequência importa: cada estágio é pré-requisito para o próximo, e o coach pergunta em vez de aconselhar o tempo todo, para que as respostas — e a propriedade sobre elas — permaneçam com a pessoa sendo orientada. É o modelo de coaching mais usado no coaching executivo e organizacional, geralmente atribuído a Graham Alexander, Alan Fine e Sir John Whitmore, que o popularizaram em Coaching for Performance. Sua base de evidência é sobretudo consenso de praticantes, e não ensaios randomizados — embora os mecanismos individuais que ele encadeia (definição específica de metas, intenções de implementação, contraste mental) sejam, cada um, bem sustentados isoladamente.
O Modelo GROW de Coaching, na Prática
- definição de metas de comunicação
Estabeleça exatamente o que a pessoa quer alcançar — não o tema apresentado, mas o resultado específico e assumido.
- metas de longo prazo
Uma meta ambiciosa distante só motiva se houver marcos de curto prazo que forneçam feedback ao longo do caminho.
Empilhe marcos próximos sob uma meta ambiciosa
- metas orientadas para o ganho
Combine metas de resultado (direção), metas de performance (referências) e metas de processo (foco momento a momento) em uma única estrutura.
Construa uma hierarquia de metas em três níveis
- Desenvolvimento de metas estratégicas
Uma meta ambiciosa precisa ser específica e mensurável para acionar os mecanismos que a fazem funcionar.
Torne as metas ambiciosas específicas, não apenas grandes
Descreva sua situação com suas próprias palavras para pesquisar na biblioteca completa de práticas.