Modelo EFT: 10 práticas de coaching baseadas em evidências

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para modelo EFT, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Distinga constantemente o mapa do território
    Um modelo é uma simplificação — saiba com precisão onde o seu falha.
    Modelos Mentais: A Abordagem do Latticework de Charlie Munger
  2. Mantenha um catálogo pessoal de modelos com exemplos
    Mantenha um inventário escrito dos seus modelos, cada um ilustrado com um exemplo real da sua própria experiência.
    Modelos Mentais: A Abordagem do Latticework de Charlie Munger
  3. O Modelo dos Cinco Grandes Fatores de Personalidade
    O modelo Big 5 de personalidade (também escrito Big Five) é o arcabouço mais empiricamente validado na psicologia acadêmica, descrevendo a personalidade ao longo de cinco dimensões — Abertura, Conscienciosidade, Extroversão, Amabilidade e Neuroticismo, lembradas pela sigla OCEAN. Conhecer seu perfil de traços é útil não como uma identidade fixa, mas como um mapa estatístico de suas tendências comportamentais sob diferentes condições — especialmente como um diagnóstico de onde o esforço e o design ambiental podem fechar a lacuna entre seus padrões naturais e seus objetivos.
  4. O Modelo de Comportamento de Fogg, na Prática
    O Modelo de Comportamento de Fogg é B = MAP: um comportamento acontece apenas quando Motivação, Capacidade e um Gatilho chegam ao mesmo momento. Se um comportamento não está acontecendo, pelo menos um dos três está faltando — e qual deles diz o que mudar, porque alta motivação não pode compensar um comportamento que é muito difícil, e um gatilho perfeito não aciona nada se a motivação e a capacidade estiverem ausentes. BJ Fogg desenvolveu o modelo no Stanford Behavior Design Lab; ele é amplamente usado em design de produto, saúde pública e coaching de comportamento. O quadro é diagnóstico: em vez de conclur 'não tenho força de vontade suficiente', ele pergunta 'qual dos três elementos está faltando?', o que frequentemente revela que o problema é de design, não de caráter.
  5. Modelo de Probabilidade de Elaboração, na Prática
    O modelo de probabilidade de elaboração (ELM) sustenta que a persuasão viaja por uma de duas rotas: a rota central, onde as pessoas avaliam cuidadosamente os argumentos e mudam de ideia de forma duradoura, e a rota periférica, onde as pessoas usam atalhos mentais (atratividade da fonte, prova social) e mudam apenas temporariamente. Qual rota domina depende da motivação e capacidade cognitiva no momento. O modelo é uma das estruturas mais replicadas na psicologia social.
  6. Diagnostique qual elemento — motivação, habilidade ou gatilho — é o gargalo
    Quando um comportamento não está acontecendo, pergunte: A pessoa está motivada o suficiente? Ela consegue fazer? Ela está sendo estimulada por um gatilho?
    O Modelo de Comportamento de Fogg, na Prática
  7. O Modelo de Dreyfus: Cinco Estágios do Novato ao Especialista
    O modelo de Dreyfus nomeia cinco estágios de aquisição de habilidades — novato, iniciante avançado, competente, proficiente e especialista — descrevendo uma mudança de seguir regras livres de contexto em direção à compreensão intuitiva de situações. Novato: aplica regras literalmente, sem senso de quais importam. Iniciante avançado: tem casos reais suficientes para notar características situacionais que nenhuma regra menciona. Competente: sobrecarregado por detalhes relevantes, adota um plano deliberado para decidir o que ignorar — e, porque o plano é seu, sente o peso emocional dos resultados. Proficiente: lê situações holisticamente em vez de analisá-las; regras dão lugar à visão gestáltica. Especialista: age a partir de uma compreensão profunda e fluida de domínio com esforço deliberativo mínimo — o que Dreyfus chama de 'agarrar' a situação. O modelo é observacional e teórico, não derivado de ensaios controlados; suas descrições são mais ricas do que seu suporte experimental.
  8. Perdão: O Modelo REACH
    O método REACH (também chamado de modelo REACH) é a forma de cinco passos de Everett Worthington para perdoar alguém, e as letras representam os passos em ordem. R — Recordar a dor, deliberada e calmamente, sem minimizá-la ou revivê-la como vítima. E — Empatizar (Empathize) com o ofensor, tentando construir um relato plausível de por que uma pessoa poderia ter feito aquilo, o que é um ato de compreensão e não de desculpa. A — dar um presente Altruísta de perdão, oferecido livremente em vez de trocado por um pedido de desculpas que você talvez nunca receba. C — Comprometer-se (Commit) com o perdão que você alcançou, geralmente tornando-o concreto por escrito ou contando a alguém. H — Manter (Hold) esse perdão quando o ressentimento retornar, o que vai acontecer, porque o sentimento recorrente não é evidência de que o perdão falhou. Ele visa o perdão emocional (substituir amargura por sentimento mais neutro ou positivo), não desculpar o ato, e seus manuais estruturados foram testados em ensaios controlados e meta-analisados com efeitos reais, embora modestos. O perdão nesse modelo é para o bem do próprio perdoador, e não é a mesma coisa que se reconciliar, voltar a confiar, ou permanecer em algum lugar que ainda esteja causando dano.
  9. Construa a flexibilidade para alternar estilos
    A habilidade que o modelo realmente exige é amplitude de estilo — a maioria dos líderes usa em excesso um padrão.
    Liderança Situacional, na Prática
  10. Aplique vários modelos ao mesmo problema ao mesmo tempo
    Quando modelos de campos diferentes apontam para a mesma resposta, a confiança aumenta; quando entram em conflito, você aprende algo importante.
    Modelos Mentais: A Abordagem do Latticework de Charlie Munger

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