Como conversar com juiz? 10 práticas de coaching para testar

Descreva quase qualquer coisa em que você esteja trabalhando e o IX Coach encontra as práticas com melhor ajuste à realidade. Para como conversar com juiz?, estas são as correspondências mais fortes na biblioteca de práticas atual.

Práticas que podem ajudar

  1. Use o Plano B: a conversa colaborativa de três passos
    Empatize com a preocupação da criança, compartilhe a sua, e convide-a a resolver juntos.
    Resolução Colaborativa de Problemas (Ross Greene)
  2. Garanta que a participação seja voluntária para todas as partes
    Processos restaurativos só funcionam quando todos — especialmente a parte prejudicada — escolhem participar.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  3. Verifique a história antes de concluir
    Pergunte o que a pessoa realmente quis dizer em vez de condená-la pela sua interpretação.
    Interpretação Generosa
  4. Descreva a situação com fatos observáveis
    Afirme o que de fato aconteceu — apenas os fatos observáveis, sem interpretação.
    DEAR MAN: A Habilidade da DBT Para Pedir o Que Você Quer com Eficácia
  5. Construa um acordo de responsabilização concreto
    Responsabilização é um plano, não apenas um sentimento — escreva o que será feito, por quem e até quando.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  6. Torne o dano visível através de uma declaração de impacto
    A pessoa que causou o dano precisa ouvir — em detalhes — o que o dano de fato causou à pessoa prejudicada.
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
  7. Use o STATE para expor seu caminho
    Compartilhe seu ponto de vista com honestidade, mas de um jeito que mantenha a outra pessoa aberta: fatos primeiro, depois a história, de forma tentativa.
    Conversas Cruciais, na Prática
  8. Justiça Restaurativa (Howard Zehr)
    A justiça restaurativa é uma abordagem ao dano que foca em reparar relacionamentos e atender às necessidades de quem foi prejudicado, em vez de punição. Desenvolvida por Howard Zehr e outros, ela faz três perguntas: Quem foi prejudicado? Do que essa pessoa precisa? Quem é responsável por atender a essas necessidades? Pesquisas sobre programas restaurativos mostram maior satisfação das vítimas e, em muitos contextos, menor reincidência em comparação com abordagens punitivas convencionais — embora os resultados variem conforme o contexto.
  9. O tribunal noturno de Sêneca — julgue o dia como um promotor honesto
    Revise o dia como um juiz justo faria: qual foi a evidência, qual foi o veredito, qual é a sentença?
    A Revisão Noturna Pitagórica
  10. Faça as três perguntas restaurativas
    Comece toda conversa sobre dano com: quem foi ferido, do que essa pessoa precisa, e quem é responsável por atender a essas necessidades?
    Justiça Restaurativa (Howard Zehr)

Isso parece com os desafios que você pode estar enfrentando?

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